{"id":16574,"date":"2018-08-18T02:49:35","date_gmt":"2018-08-18T00:49:35","guid":{"rendered":"https:\/\/xoandelugo.org\/?p=16574\/"},"modified":"2018-08-18T02:49:35","modified_gmt":"2018-08-18T00:49:35","slug":"as-externalidades-e-as-mudancas-climaticas-a-importancia-da-subjetividade-na-economia-david-howden","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/as-externalidades-e-as-mudancas-climaticas-a-importancia-da-subjetividade-na-economia-david-howden\/","title":{"rendered":"AS EXTERNALIDADES E AS MUDAN\u00c7AS CLIM\u00c1TICAS \u2013 A IMPORT\u00c2NCIA DA SUBJETIVIDADE NA ECONOM\u00cdA. David Howden"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;border-width: 0px 0px 0px 0px;border-color:#e2e2e2;border-style:solid;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start\" style=\"max-width:calc( 1200px + 0px );margin-left: calc(-0px \/ 2 );margin-right: calc(-0px \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h1 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #428fc9;\">AS EXTERNALIDADES E AS MUDAN\u00c7AS CLIM\u00c1TICAS \u2013 A IMPORT\u00c2NCIA DA SUBJETIVIDADE NA ECONOM\u00cdA<\/span><\/h1>\n<\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-2\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h4 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #428fc9;\"><em>\u00a0 \u00a0 &#8211; David Howden &#8211;\u00a0 \u00a0<\/em><\/span><\/h4>\n<\/div><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-single sep-solid\" style=\"border-color:#ffe500;border-top-width:1px;\"><\/div><\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-1 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-3\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Uma das maiores contribui\u00e7\u00f5es da Revolu\u00e7\u00e3o Marginalista ocorrida entre 1871 e 1874 foi o enfoque dado \u00e0 subjetividade como sendo a fonte de valor. Mais especificamente, a subjetividade de cada indiv\u00edduo \u00e9 o que atribui valor a bens e servi\u00e7os. Desde ent\u00e3o, nenhum economista digno pode dizer que o valor \u00e9 algo inerente a um bem, ou que objetos possuem valor intr\u00ednseco, ou que o valor de algo \u00e9 o resultado de seus custos de produ\u00e7\u00e3o, como havia sido o caso durante milhares de anos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Desde a Revolu\u00e7\u00e3o Marginalista, o valor de algo passou a ser corretamente reconhecido como sendo decorrente da avalia\u00e7\u00e3o pessoal e totalmente subjetiva feita por um indiv\u00edduo quanto \u00e0 prestimosidade que um bem teria em satisfazer uma necessidade espec\u00edfica sua.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 No entanto, n\u00e3o obstante a persuas\u00e3o dos argumentos apresentados h\u00e1 mais de 140 anos, ainda existem \u00e1reas dentro da economia que recorrem a uma concep\u00e7\u00e3o objetiva de valor. Em nenhum outro lugar este erro \u00e9 mais aparente do que na abordagem da quest\u00e3o das externalidades.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\"><strong>\u00a0 An\u00e1lises sobre externalidade.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Uma externalidade ocorre quando a atividade de um indiv\u00edduo afeta uma outra pessoa que se encontra pr\u00f3xima deste indiv\u00edduo, mas que n\u00e3o toma parte da a\u00e7\u00e3o. A externalidade \u00e9 positiva quando ela cria valor para esta pessoa inocente, e negativa se ela representar um custo imposto a ela.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 No geral, economistas argumentam que, quando os custos e os benef\u00edcios s\u00e3o internalizados \u2014 isto \u00e9, corretamente distribu\u00eddos \u2014 os mercados s\u00e3o capazes de alocar bens de maneira eficiente. Quando voc\u00ea aufere os benef\u00edcios de comprar um bem ou arca com os custos de produzir este bem, haver\u00e1 um n\u00edvel eficiente de consumo e de produ\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Supostamente, externalidades s\u00e3o problem\u00e1ticas quando elas beneficiam outras pessoas al\u00e9m daquela \u00fanica que est\u00e1, sozinha, pagando pelo bem. Alternativamente, tamb\u00e9m pode haver um problema quando uma pessoa que est\u00e1 produzindo algo n\u00e3o \u00e9 compelida a arcar com todos os custos de produ\u00e7\u00e3o, de modo que parte destes custos pode ser jogada sobre terceiros por meio de uma externalidade negativa. Ambas as situa\u00e7\u00f5es s\u00e3o agrupadas no termo \u201cfalhas de mercado\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 N\u00f3s economistas n\u00e3o devemos fazer ju\u00edzo de valor a respeito das escolhas feitas por outras pessoas pelo simples motivo de que, por mais obtusas que tais escolhas possam parecer, n\u00e3o temos condi\u00e7\u00e3o de saber as verdadeiras op\u00e7\u00f5es ou os reais conhecimentos que est\u00e3o dispon\u00edveis para o indiv\u00edduo fazendo a escolha.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Do ponto de vista puramente econ\u00f4mico, uma redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os do cigarro melhora a situa\u00e7\u00e3o do fumante. N\u00e3o temos certeza de quais s\u00e3o os crit\u00e9rios que levaram o fumante a fazer essa op\u00e7\u00e3o pelo cigarro, muito embora possamos concordar que tal atitude n\u00e3o \u00e9 a mais s\u00e1bia, nem que seja porque o cigarro deixa seus l\u00e1bios mais murchos. No entanto, dado que o fumante est\u00e1 satisfazendo seu h\u00e1bito, isso ocorre simplesmente porque, do seu ponto de vista, ele avalia que os benef\u00edcios superam os custos. E reduzir os custos por meio de uma redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os dos cigarros \u00e9 algo que ir\u00e1 necessariamente deix\u00e1-lo em melhor situa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Externalidades s\u00e3o um tanto paradoxais quando vistas por este prisma. Externalidades s\u00e3o normalmente categorizadas como positivas ou negativas dependendo de se o economista as entende como sendo \u00fateis ou nocivas. Educa\u00e7\u00e3o \u00e9 algo normalmente citado como sendo uma externalidade positiva, uma vez que uma popula\u00e7\u00e3o educada gera efeitos colaterais ben\u00e9ficos para terceiros na economia \u2014 mais oportunidades de emprego s\u00e3o criadas por meio de suas ideias, por exemplo. J\u00e1 f\u00e1bricas que geram muita fuma\u00e7a s\u00e3o uma externalidade negativa porque imp\u00f5em um custo sobre terceiros, como danos \u00e0 sa\u00fade causados pela polui\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Mas a quest\u00e3o \u00e9 que estes exemplos acima n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o n\u00edtidos e definidos assim. \u00c9 bem poss\u00edvel que uma f\u00e1brica esfuma\u00e7ada cause danos decorrentes de sua polui\u00e7\u00e3o, mas \u00e9 fato que ela tamb\u00e9m faz coisas boas, como gerar empregos e aumentar a oferta de bens na economia. Se voc\u00ea trabalha na f\u00e1brica, voc\u00ea j\u00e1 \u00e9 beneficiado por meio de seu sal\u00e1rio, mas at\u00e9 mesmo quem est\u00e1 de fora pode se beneficiar. N\u00e3o \u00e9 nenhum exagero dizer que muitas pessoas preferem viver em uma cidade com v\u00e1rias oportunidades de emprego a viver em uma cidade sem nenhum futuro. O mal que a f\u00e1brica faz \u00e0 cidade por meio de sua fuma\u00e7a \u00e9 talvez contrabalan\u00e7ado pelos benef\u00edcios que ela gera, como um futuro mais promissor para seus habitantes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 O segredo deste exemplo \u00e9 admitir que simplesmente n\u00e3o sabemos qual \u00e9 o real alcance das externalidades. Aquelas pessoas que n\u00e3o ligam para a polui\u00e7\u00e3o ir\u00e3o saudar a cria\u00e7\u00e3o de empregos; j\u00e1 aquelas que j\u00e1 possuem um emprego n\u00e3o ir\u00e3o ligar para este benef\u00edcio, e estar\u00e3o mais propensas a abordar as consequ\u00eancias negativas da polui\u00e7\u00e3o. O fato \u00e9 que, no final, n\u00e3o estamos em posi\u00e7\u00e3o de fazer nenhum ju\u00edzo de valor. Simplesmente n\u00e3o sabemos qual \u00e9 a externalidade relevante, e nem mesmo se ela \u00e9 positiva ou negativa.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\"><strong>\u00a0 O debate sobre as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Tudo o que foi dito at\u00e9 agora n\u00e3o \u00e9 apenas teoria acad\u00eamica. Ela tem profundas implica\u00e7\u00f5es no mundo real. E os problemas s\u00f3 aumentam.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 No debate climatol\u00f3gico, por exemplo, a frase \u201cproblemas clim\u00e1ticos\u201d j\u00e1 sup\u00f5e que as externalidades s\u00e3o todas claramente negativas. Segundo tais pessoas, o aquecimento global antropog\u00eanico (criado pelo homem) ir\u00e1 elevar a temperatura dos oceanos e inundar \u00e1reas pr\u00f3ximas ao n\u00edvel do mar. As pessoas que vivem nestas \u00e1reas n\u00e3o fizeram nada para gerar as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, mas elas ir\u00e3o arcar com os custos de ter seus meios de vida profundamente alterados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Um homem que vive na ilha de Kiribati, ao sul do Pac\u00edfico, procurou asilo na Nova Zel\u00e2ndia para fugir deste futuro doloroso. Com efeito, houve relatos de que toda a na\u00e7\u00e3o de Kiribati estava negociando para comprar terras na Nova Zel\u00e2ndia com o intuito de manter o pa\u00eds vivo mesmo ap\u00f3s o oceano inundar suas ilhas. Sendo assim, os proponentes da teoria do aquecimento global perguntam: \u00e9 realmente certo que a popula\u00e7\u00e3o desta pequena na\u00e7\u00e3o pague por sua realoca\u00e7\u00e3o quando ela praticamente nada tem a ver com o aumento nos n\u00edveis dos oceanos?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 A doutrina que \u00e9 normalmente aceita sobre externalidades responderia a esta pergunta com um \u2018n\u00e3o\u2019. H\u00e1 uma externalidade negativa sendo imposta aos residentes de Kiribati, a qual deve ser corrigida fazendo com que a pessoa que causou a externalidade tenha de pagar \u2014 mais especificamente, os cidad\u00e3os das na\u00e7\u00f5es desenvolvidas, os quais, segundo os defensores da tese do aquecimento global, s\u00e3o em grande parte os criadores das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas que est\u00e3o gerando caos nos n\u00edveis dos oceanos ao longo de todo o globo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\"><strong>\u00a0 Mas h\u00e1 externalidades positivas tamb\u00e9m\u2026<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 No entanto, tamb\u00e9m h\u00e1 evid\u00eancias de que h\u00e1 externalidades positivas caso de fato esteja havendo alguma mudan\u00e7a clim\u00e1tica. Um relat\u00f3rio argumenta que um aumento nos n\u00edveis de emiss\u00f5es de di\u00f3xido de carbono gera um efeito positivo sobre a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 O que vem a seguir n\u00e3o deveria ser surpresa nenhuma, mas por algum motivo provavelmente ser\u00e1. A na\u00e7\u00e3o que \u00e9 a segunda maior exportadora agr\u00edcola do mundo, depois dos EUA, \u00e9 a min\u00fascula Holanda. E isso n\u00e3o ocorreu por acidente. Os holandeses trabalham duro para retirar o m\u00e1ximo poss\u00edvel de bens da terra que Deus lhes deu e que eles pr\u00f3prios criaram. Estufas constru\u00eddas pr\u00f3ximas a ind\u00fastrias que emitem di\u00f3xido de carbono d\u00e3o aos produtores de alimento um acesso f\u00e1cil ao g\u00e1s que suas plantas adoram \u2014 os agricultores bombeiam este g\u00e1s para dentro das estufas de modo a acelerar o crescimento das plantas e sua produ\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Logo, aquilo pelo qual os agricultores holandeses teriam de pagar \u00e9 justamente aquilo que o mundo est\u00e1 conseguindo gratuitamente em decorr\u00eancia das emiss\u00f5es de di\u00f3xido de carbono. Em vez de ser uma externalidade negativa, h\u00e1 na realidade um aspecto positivo nessas emiss\u00f5es e, segundo a teoria-padr\u00e3o da microeconomia, aqueles que se beneficiam deveriam pagar para aqueles que criam a externalidade positiva. Dado que todas as pessoas deste planeta se alimentam de comida, seria justa a imposi\u00e7\u00e3o de um tributo sobre absolutamente todas elas com o intuito de remunerar as ind\u00fastrias emissoras de di\u00f3xido de carbono.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Duvido que a sugest\u00e3o acima encontre defensores ardorosos; ali\u00e1s, nem eu creio nela. Mas o motivo pelo qual n\u00e3o acredito nela nada tem a ver com meus sentimentos em rela\u00e7\u00e3o aos benef\u00edcios ou aos malef\u00edcios das externalidades em quest\u00e3o. Ao contr\u00e1rio: minha posi\u00e7\u00e3o c\u00e9tica adv\u00e9m do simples fato de que simplesmente n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel saber quais s\u00e3o as externalidades relevantes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\"><strong>\u00a0 Conclus\u00e3o.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 A ci\u00eancia econ\u00f4mica adquiriu bases s\u00f3lidas em decorr\u00eancia de uma simples li\u00e7\u00e3o sobre subjetividade aprendida h\u00e1 mais de 140 anos. Uma simples recapitula\u00e7\u00e3o desta li\u00e7\u00e3o j\u00e1 bastaria para fazer as pessoas entenderem que as coisas s\u00e3o menos n\u00edtidas do que imaginam, e seria suficiente para abolir esta arrogante pretens\u00e3o do conhecimento que elas juram possuir em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s a\u00e7\u00f5es de terceiros e seus efeitos colaterais.<\/span><\/p>\n<\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-2 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-double sep-solid\" style=\"border-color:#ffeb3b;border-top-width:1px;border-bottom-width:1px;\"><\/div><\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-4\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-flex-container.fusion-builder-row-1{ padding-top : 0px;margin-top : 0px;padding-right : 0px;padding-bottom : 0px;margin-bottom : 0px;padding-left : 0px;}<\/style><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-16574","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos-cy"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16574","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16574"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16574\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16576,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16574\/revisions\/16576"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16574"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16574"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16574"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}