{"id":16547,"date":"2018-08-07T02:55:06","date_gmt":"2018-08-07T00:55:06","guid":{"rendered":"https:\/\/xoandelugo.org\/?p=16547\/"},"modified":"2018-08-07T02:55:06","modified_gmt":"2018-08-07T00:55:06","slug":"mercado-e-sociedade-sao-a-mesma-coisa-domingos-crosseti-branda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/mercado-e-sociedade-sao-a-mesma-coisa-domingos-crosseti-branda\/","title":{"rendered":"MERCADO E SOCIEDADE S\u00c3O A MESMA COISA? Domingos Crosseti Branda"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;border-width: 0px 0px 0px 0px;border-color:#e2e2e2;border-style:solid;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start\" style=\"max-width:calc( 1200px + 0px );margin-left: calc(-0px \/ 2 );margin-right: calc(-0px \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h1 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #428fc9;\">MERCADO E SOCIEDADE S\u00c3O A MESMA COISA?<\/span><\/h1>\n<\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-2\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h4 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #428fc9;\"><em>\u00a0 \u00a0 &#8211; Domingos Crosseti Branda &#8211;\u00a0 \u00a0<\/em><\/span><\/h4>\n<\/div><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-single sep-solid\" style=\"border-color:#ffe500;border-top-width:1px;\"><\/div><\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-1 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-3\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\"><strong>\u00a0 1.Introdu\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 \u00c9 muito comum escutarmos que o mercado \u00e9 o respons\u00e1vel por muitas das desgra\u00e7as humanas. Esse \u00e9 uma condena\u00e7\u00e3o infundada, pois, na nossa era moderna, em nenhum per\u00edodo de tempo e em nenhum pa\u00eds o mercado existiu de forma livre. Ent\u00e3o, como se pode conden\u00e1-lo? \u00c9 poss\u00edvel que essas condena\u00e7\u00f5es existam por uma revolta contra a raz\u00e3o, j\u00e1 que n\u00e3o h\u00e1 compreens\u00e3o do que realmente seja o mercado e os benef\u00edcios que ele traz consigo. E, para esse esclarecimento, \u00e9 necess\u00e1rio come\u00e7ar com uma pergunta elementar: O que \u00e9 a economia de mercado?\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 A economia de mercado \u00e9 o sistema social baseado na divis\u00e3o do trabalho e na propriedade privada dos meios de produ\u00e7\u00e3o. Todos agem por conta pr\u00f3pria; mas as a\u00e7\u00f5es de cada um procuram satisfazer tanto as suas pr\u00f3prias necessidades como tamb\u00e9m as necessidades de outras pessoas. Ao agir, todos servem seus concidad\u00e3os. Por outro lado, todos s\u00e3o por eles servidos. Cada um \u00e9 ao mesmo tempo um meio e um fim; um fim \u00faltimo em si mesmo e um meio para que outras pessoas possam atingir seus pr\u00f3prios fins. (Mises, 1990, p. 360).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\"><strong>2.Apari\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o do mercado.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Em sua vida primitiva, o homem era n\u00f4made e vivia da coleta \u2014 ou seja, suas a\u00e7\u00f5es visavam o presente frente \u00e0 incerteza e os perigos que rondavam sua vida (predadores, escassez de alimentos, clima etc). Produzia artigos necess\u00e1rios \u00e0 autossufici\u00eancia, como vestimenta e ferramentas de ca\u00e7a primitivas, que eram muito ligados ao pr\u00f3prio criador na medida em que eram praticamente eles os \u00fanicos a poder ou saber utiliz\u00e1-los. Seria uma esp\u00e9cie de artigos em extens\u00e3o ao pr\u00f3prio corpo. Sob esse aspecto, havia o reconhecimento (ainda que de forma primitiva) de uma institui\u00e7\u00e3o anterior \u00e0s trocas: a propriedade privada.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Assim, desde o momento em que os grupos humanos come\u00e7aram n\u00e3o somente a reconhecer, mas tamb\u00e9m a respeitar essa institui\u00e7\u00e3o da propriedade privada, cada indiv\u00edduo p\u00f4de come\u00e7ar a gerir aqueles bens que se encontravam sob seu dom\u00ednio. Ou seja, surgiu a id\u00e9ia de que o homem tinha um dom\u00ednio sobre as coisas que lhe pertenciam e que, portanto, podia desfrutar delas tanto diretamente como transmiti-las, recebendo em troca outras coisas de seus leg\u00edtimos donos. Mas para isso era necess\u00e1rio um mecanismo para conectar seu mundo interior e subjetivo a um mundo exterior e objetivo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 A conex\u00e3o entre o mundo interior, individual e subjetivo de cada sujeito se dava quando encontrasse um ambiente livre pra manifestar seu desejo por algo, bem como o de manifestar sua oferta de algo que algu\u00e9m pudesse querer. Os bens e servi\u00e7os eram trocados primeiramente de forma direta, segundo valora\u00e7\u00f5es n\u00e3o iguais, mas sim inversas entre os negociantes. Esse comportamento evidenciou ao homem primitivo que, ao agir dessa forma, ele reduziria suas incertezas como coletor e ca\u00e7ador.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Assim, ele come\u00e7ou a voltar-se n\u00e3o s\u00f3 para o presente, como tamb\u00e9m para o futuro, j\u00e1 que a redu\u00e7\u00e3o da incerteza lhe aumentava o horizonte temporal (mesmo que apenas intuitivamente). Desse modo, passou a empreender e a produzir tanto bens de usufruto direto, como tamb\u00e9m a se especializar na produ\u00e7\u00e3o de bens ou de partes de bens que outros pudessem usufruir (como, por exemplo, uma pe\u00e7a para uma arma de ca\u00e7a rudimentar e n\u00e3o a arma inteira para uso pr\u00f3prio) e troc\u00e1-los no mercado.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Surgia, assim, uma institui\u00e7\u00e3o (esquema pautado de comportamento que se cria de forma espont\u00e2nea) baseada no reconhecimento da propriedade privada, na divis\u00e3o do trabalho e na atividade empresarial fruto da inata capacidade criativa do ser humano \u2014 ou seja, surgiu o mercado. Mais tarde e em virtude dele se criou outra institui\u00e7\u00e3o: o dinheiro.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 O mercado, portanto, passou a ser um processo mais eficiente para o ser humano atingir fins individuais; mais eficiente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua vida autossuficiente. Sedimentou-se em h\u00e1bito corriqueiro, com milhares e milhares de intera\u00e7\u00f5es humanas complexas e com fins distintos. Por gerar constantemente novos fins, em virtude das novas informa\u00e7\u00f5es e conhecimento produzidos no decorrer do tempo, o mercado torna-se um processo <em>ad infinitum<\/em>. Permaneceu ao longo do tempo um processo incompreens\u00edvel ao ser humano, que n\u00e3o obstante se beneficiava dele.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\"><strong>\u00a0 3. O mercado, ent\u00e3o, \u00e9 eficiente?<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 O mercado \u00e9 dinamicamente eficiente ao longo do tempo e tende ao equil\u00edbrio sem, entretanto, alcan\u00e7\u00e1-lo (o tempo \u00e9 um fator crucial a ser considerado na ci\u00eancia econ\u00f4mica, pois sendo um elemento presente em nossas vidas e autoevidente, \u00e9 um grave erro n\u00e3o t\u00ea-lo como fundamento em qualquer teoria econ\u00f4mica). O exerc\u00edcio da fun\u00e7\u00e3o empresarial descobre descoordena\u00e7\u00f5es no mercado (desajuste entre demanda e oferta de bens e servi\u00e7os) e atua de forma coordenadora, transformando-a em benef\u00edcio empresarial. \u00c9 dessa forma que se promove a cria\u00e7\u00e3o de riqueza e prosperidade geral.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 N\u00e3o se deve esquecer que, historicamente, o argumento a favor do livre mercado nunca se embasou em situa\u00e7\u00f5es de mercado em equil\u00edbrio, mas sim em sua capacidade de resolver situa\u00e7\u00f5es de descoordena\u00e7\u00e3o. Nesse sentido, esse conceito din\u00e2mico de mercado como processo e n\u00e3o como uma situa\u00e7\u00e3o est\u00e1tica \u00e9 imune ao ataque dos intervencionistas que sustentam a exist\u00eancia de falhas de mercado, onde seu argumento consiste em arbitrar um modelo de equil\u00edbrio atemporal e considerar tudo que estiver fora desse equil\u00edbrio como uma falha de mercado. Fica evidente sua inconsist\u00eancia por dois motivos: a arbitrariedade e a atemporalidade, isso sem considerar a premissa falsa da informa\u00e7\u00e3o perfeita (pois simplesmente n\u00e3o podemos gerir a totalidade das informa\u00e7\u00f5es e conhecimento disperso na sociedade, necess\u00e1rios para planific\u00e1-la).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Temos, ent\u00e3o, de um lado o mercado como institui\u00e7\u00e3o: as pessoas em si com suas intera\u00e7\u00f5es sociais no objetivo de atender a seus fins distintos mediante a coopera\u00e7\u00e3o social, a cada dia coordenando e descobrindo formas de atenuar a descoordena\u00e7\u00e3o. De outro, organiza\u00e7\u00f5es que interv\u00eam no mercado e desvirtuam sua principal caracter\u00edstica, que \u00e9, justamente, a capacidade de adaptar-se a situa\u00e7\u00f5es de constantes mudan\u00e7as.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Assim, qualquer interven\u00e7\u00e3o coercitiva no mercado se traduz em dano nesse arranjo espont\u00e2neo e eficiente, pois obstrui a atividade empresarial e seus efeitos positivos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\"><strong>\u00a0 Conclus\u00e3o.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Sociedade e mercado s\u00e3o institui\u00e7\u00f5es intimamente relacionadas. N\u00e3o s\u00e3o institui\u00e7\u00f5es est\u00e1ticas, mas sim din\u00e2micas, um processo que resulta na uni\u00e3o entre as pessoas e grupos por meio da rela\u00e7\u00e3o comercial, com maiores chances de sobreviv\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 autossufici\u00eancia, um maior grau de bem-estar, al\u00e9m de gerar seguran\u00e7a e paz social (em virtude das anteriores).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Essa \u00e9 a raz\u00e3o de viver em sociedade: atender de forma mais eficiente nossas necessidades humanas; de forma mais eficiente do que se viv\u00eassemos de forma autossuficiente. O conceito de sociedade, consequentemente, acaba por ser semelhante ao de mercado:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 A sociedade \u00e9 a conseq\u00fc\u00eancia do comportamento propositado e consciente. Isso n\u00e3o significa que os indiv\u00edduos tenham firmado contratos por meio dos quais teria sido formada a sociedade. As a\u00e7\u00f5es que deram origem \u00e0 coopera\u00e7\u00e3o social, e que diariamente se renovam, visavam apenas \u00e0 coopera\u00e7\u00e3o e \u00e0 ajuda m\u00fatua, a fim de atingir objetivos espec\u00edficos e individuais. Esse complexo de rela\u00e7\u00f5es m\u00fatuas criado por tais a\u00e7\u00f5es concertadas \u00e9 o que se denomina sociedade. Substitui, pela colabora\u00e7\u00e3o, uma exist\u00eancia isolada \u2014 ainda que apenas imagin\u00e1vel \u2014 de indiv\u00edduos. Sociedade \u00e9 divis\u00e3o de trabalho e combina\u00e7\u00e3o de esfor\u00e7os. (Mises, 1990, p. 201).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Em sentido amplo, inclusive, o mercado \u00e9 a pr\u00f3pria sociedade, se for considerado como um processo de tipo espont\u00e2neo, de intera\u00e7\u00f5es humanas muito complexas, moldado em pre\u00e7os monet\u00e1rios e movidas pela fun\u00e7\u00e3o empresarial (HUERTA DE SOTO, 2004, p. 84).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Logo, a interven\u00e7\u00e3o no mercado \u00e9 infundada e prejudicial ao pr\u00f3prio mercado e \u00e0 sociedade, causando grave dano \u00e0 sua efici\u00eancia. A pol\u00edtica governamental (infla\u00e7\u00e3o, impostos, controle de pre\u00e7os, subs\u00eddios, leis de regula\u00e7\u00e3o da concorr\u00eancia, incentivos ou proibi\u00e7\u00f5es de consumo etc.), por exemplo, impede que o pr\u00f3prio mercado execute eficazmente os ajustes e coordena\u00e7\u00f5es necess\u00e1rios. Portanto, a origem das desgra\u00e7as humanas supostamente advindas do livre mercado n\u00e3o adv\u00e9m dele, mas sim da interven\u00e7\u00e3o no seu espont\u00e2neo e eficiente funcionamento.<\/span><\/p>\n<\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-2 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-double sep-solid\" style=\"border-color:#ffeb3b;border-top-width:1px;border-bottom-width:1px;\"><\/div><\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-4\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #999999;\">REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #999999;\">BOETTKE, P. What Happened to &#8220;Efficient Markets&#8221;? The Independent Review, v. 14, n. 3, Winter 2010.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #999999;\">HAYEK, F. La fatal arrogancia. 3.ed. Madrid: Uni\u00f3n Editorial, 2010.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #999999;\">HUERTA DE SOTO, J. Estudios de econom\u00eda pol\u00edtica. 2.ed. Madrid: Uni\u00f3n Editorial, 2004.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #999999;\"> Socialismo, c\u00e1lculo econ\u00f3mico y funci\u00f3n empresarial. 4.ed. Madrid: Uni\u00f3n Editorial, 2010.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #999999;\">MESSEGUER, C. La teor\u00eda evolutiva de las instituciones. 2.ed. Madrid: Uni\u00f3n Editorial, 2009.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #999999;\">MISES, L.; A\u00e7\u00e3o Humana: um tratado de economia; 3.ed. Rio de Janeiro: Instituto Liberal. 1990.<\/span><\/p>\n<\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-flex-container.fusion-builder-row-1{ padding-top : 0px;margin-top : 0px;padding-right : 0px;padding-bottom : 0px;margin-bottom : 0px;padding-left : 0px;}<\/style><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-16547","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos-cy"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16547","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16547"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16547\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16549,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16547\/revisions\/16549"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16547"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16547"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16547"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}