{"id":16326,"date":"2018-05-12T02:51:57","date_gmt":"2018-05-12T00:51:57","guid":{"rendered":"https:\/\/xoandelugo.org\/?p=16326\/"},"modified":"2018-05-12T02:52:54","modified_gmt":"2018-05-12T00:52:54","slug":"por-que-nenhuma-politica-de-estimulo-governamental-e-capaz-de-estimular-a-economia-diversos-autores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/por-que-nenhuma-politica-de-estimulo-governamental-e-capaz-de-estimular-a-economia-diversos-autores\/","title":{"rendered":"POR QUE NENHUMA POL\u00cdTICA DE EST\u00cdMULO GOVERNAMENTAL \u00c9 CAPAZ DE ESTIMULAR A ECONOM\u00cdA. Diversos autores"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;border-width: 0px 0px 0px 0px;border-color:#e2e2e2;border-style:solid;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start\" style=\"max-width:calc( 1200px + 0px );margin-left: calc(-0px \/ 2 );margin-right: calc(-0px \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h1 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #428fc9;\">POR QUE NENHUMA POL\u00cdTICA DE EST\u00cdMULO GOVERNAMENTAL \u00c9 CAPAZ DE ESTIMULAR A ECONOM\u00cdA<\/span><\/h1>\n<\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-2\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h4 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #428fc9;\"><em>\u00a0 \u00a0 &#8211;\u00a0Diversos autores &#8211;\u00a0 \u00a0<\/em><\/span><\/h4>\n<\/div><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-single sep-solid\" style=\"border-color:#ffe500;border-top-width:1px;\"><\/div><\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-1 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-3\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 A fal\u00e1cia da vidra\u00e7a quebrada, popularizada por Fr\u00e9d\u00e9ric Bastiat, continua sendo a met\u00e1fora perfeita para mostrar as consequ\u00eancias daquilo que se v\u00ea e daquilo que n\u00e3o se v\u00ea.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Resumidamente, se um moleque quebra uma vidra\u00e7a de uma padaria, obrigando seu propriet\u00e1rio a incorrer em gastos para trocar a vidra\u00e7a, um economista keynesiano diria que tal ato de vandalismo foi bom para a economia, pois, ao ser obrigado a gastar dinheiro com uma vidra\u00e7a nova, o padeiro n\u00e3o apenas ir\u00e1 estimular o mercado de vidros, como tamb\u00e9m ir\u00e1 estimular toda a economia. O vidraceiro ter\u00e1 mais dinheiro para gastar com seus fornecedores, e os fornecedores ter\u00e3o agora mais dinheiro para gastar com outros setores da economia. Toda a economia sair\u00e1 ganhando. A vidra\u00e7a quebrada proporcionou dinheiro e emprego em v\u00e1rias \u00e1reas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Por\u00e9m, h\u00e1 as consequ\u00eancias que n\u00e3o s\u00e3o vistas. O padeiro ficar\u00e1 com menos dinheiro, fazendo com que ele deixe de comprar um terno. Se antes ele teria a vidra\u00e7a e o terno (ou o equivalente em dinheiro), agora ele ter\u00e1 apenas a vidra\u00e7a. O alfaiate deixou de ganhar dinheiro. Os fornecedores do alfaiate deixaram de ganhar dinheiro. O que o vidraceiro ganhou, o alfaiate e todo o setor de tecidos perderam. Estes n\u00e3o poder\u00e3o gastar este dinheiro com outros setores da economia. Sendo assim, n\u00e3o houve nenhuma cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de emprego.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 O economista que s\u00f3 v\u00ea as consequ\u00eancias imediatas, e que n\u00e3o \u00e9 capaz de visualizar as consequ\u00eancias que n\u00e3o s\u00e3o imediatamente percept\u00edveis, n\u00e3o \u00e9 um economista completo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Nos \u00faltimos anos, v\u00e1rias pessoas \u2014 ao menos em alguns c\u00edrculos \u2014 se tornaram mais familiarizadas com essa &#8216;fal\u00e1cia da vidra\u00e7a quebrada&#8217;, e passaram a perceber que a pol\u00edtica macroecon\u00f4mica keynesiana n\u00e3o passa de uma &#8216;fal\u00e1cia da vidra\u00e7a quebrada&#8217; em ampla escala.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Mas talvez ainda mais importante do que a &#8216;fal\u00e1cia da vidra\u00e7a quebrada&#8217; seja aquilo que poder\u00edamos chamar de fal\u00e1cia da &#8216;perna n\u00e3o quebrada&#8217;. Trata-se da presun\u00e7\u00e3o que fundamenta todos os tipos de interven\u00e7\u00e3o estatal no mercado, tanto em termos macroecon\u00f4micos quanto microecon\u00f4micos: a de que os participantes do mercado s\u00e3o perfeitamente capazes de agir mais produtivamente, s\u00f3 que, por causa de v\u00e1rias &#8220;falhas de mercado&#8221;, n\u00e3o o est\u00e3o fazendo, e isso requer uma interven\u00e7\u00e3o estatal para estimular as coisas e deixar os empreendedores mais produtivos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Qual a principal fal\u00e1cia deste racioc\u00ednio? Ele ignora completamente as in\u00fameras maneiras com que as pr\u00f3prias intrus\u00f5es do estado sobre o sistema econ\u00f4mico &#8220;quebram as pernas&#8221; dos empreendedores privados ao distorcer os pre\u00e7os \u2014 por meio da manipula\u00e7\u00e3o dos juros, do controle de pre\u00e7os das tarifas de eletricidade e dos combust\u00edveis, da imposi\u00e7\u00e3o de tarifas protecionistas para proteger um determinado setor ao mesmo tempo em que encarece os bens de capital importados por outros setores \u2014 e ao conceder subs\u00eddios aos seus empres\u00e1rios favoritos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Essas &#8220;pol\u00edticas governamentais&#8221; geram incertezas, penalizam as a\u00e7\u00f5es produtivas e subsidiam as a\u00e7\u00f5es destrutivas, pois pune quem quer empreender para atender aos genu\u00ednos desejos dos consumidores e subsidia quem quer empreender para atender aos caprichos dos burocratas do estado.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Suponha que o governo invente uma pol\u00edtica industrial \u2014 tanto por meio de tarifas protecionistas quanto pela concess\u00e3o de subs\u00eddios diretos (via bancos estatais) \u2014 com o intuito de estimular a produ\u00e7\u00e3o industrial. H\u00e1 um problema: ele n\u00e3o \u00e9 capaz de fazer isso de modo neutro. Ele ter\u00e1 de gastar com setores espec\u00edficos. E, consequentemente, aqueles primeiros a receber o dinheiro ir\u00e3o gast\u00e1-lo tamb\u00e9m de maneira mais direcionada. Adicionalmente, o governo ter\u00e1 de &#8220;manter sua trajet\u00f3ria&#8221;, sinalizando com clareza quais s\u00e3o seus planos durante um determinado per\u00edodo de tempo, o qual tem de corresponder aos horizontes de planejamento dos agentes econ\u00f4micos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 O pr\u00f3prio Keynes reconheceu que isso \u00e9 imposs\u00edvel. Como consequ\u00eancia, ele defendia um consistente e persistente controle do governo sobre a maior parte dos investimentos. A ideia era que a confian\u00e7a aumentaria em decorr\u00eancia da certeza criada pelo fato de os empreendedores saberem qual seria o n\u00edvel dos gastos, em que eles seriam investidos e com qual dura\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Mas n\u00e3o vivemos no mundo que Keynes sonhou por dois motivos: (1) n\u00e3o se pode confiar que o governo ir\u00e1 manter pol\u00edticas consistentes de longo prazo e (2) Keynes n\u00e3o aceitava que durante uma expans\u00e3o econ\u00f4mica induzida pelo governo os recursos s\u00e3o sistematicamente mal alocados e que os gastos governamentais ir\u00e3o privilegiar apenas alguns poucos e prejudicar todo o resto.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 No nosso mundo, os empreendedores t\u00eam de lidar com in\u00fameras incertezas ao mesmo tempo:<\/span><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\">\n<li><span style=\"color: #808080;\">Como o sistema pol\u00edtico ir\u00e1 de fato alocar os recursos do est\u00edmulo econ\u00f4mico? E por qual per\u00edodo de tempo?<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #808080;\">Em qual dire\u00e7\u00e3o (em que \u00e1rea) ir\u00e3o gastar aqueles que aumentaram suas rendas em decorr\u00eancia da pol\u00edtica de est\u00edmulos do governo?<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #808080;\">Qual ser\u00e1 o padr\u00e3o sustent\u00e1vel de gastos, poupan\u00e7a e investimento que ir\u00e1 surgir quando as pol\u00edticas de est\u00edmulo governamental diminu\u00edrem (e elas ter\u00e3o de diminuir em um dado momento uma hora)?<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Investidores n\u00e3o investem no abstrato ou no agregado; eles investem em \u00e1reas espec\u00edficas. Os est\u00edmulos governamentais, da forma como s\u00e3o praticados, aumentam as dificuldades de coordena\u00e7\u00e3o com que os empreendedores lidam. Eles agora, em vez de se concentrar na satisfa\u00e7\u00e3o das demandas dos consumidores, t\u00eam de adivinhar o comportamento de burocratas e agentes pol\u00edticos, os quais n\u00e3o reagem \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de oferta e demanda no mercado.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 O que o Ministro da Fazenda ir\u00e1 inventar depois? Quais as novas condi\u00e7\u00f5es que o presidente ou o congresso ir\u00e3o impor \u00e0s empresas? Toda essa incerteza \u00e9 misturada \u00e0s tentativas de se descobrir novos equil\u00edbrios de mercado que sejam compat\u00edveis com as prefer\u00eancias dos consumidores. Nesse cen\u00e1rio, os pre\u00e7os tendem a se comportar de maneira err\u00e1tica, transmitindo informa\u00e7\u00f5es totalmente incorretas sobre oportunidades de lucro.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 O resultado \u00e9 que a economia fica estagnada, os investimentos realmente demandados pelos consumidores n\u00e3o ocorrem, e apenas as empresas com capital pol\u00edtico se sustentam.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Simplesmente transmitir a certeza de que o governo estar\u00e1 estimulando alguma coisa por algum per\u00edodo indefinido de tempo n\u00e3o ir\u00e1 corrigir o problema fundamental. H\u00e1 todo um problema de coordena\u00e7\u00e3o, o qual n\u00e3o \u00e9 percebido pelo economista menos treinado, que s\u00f3 consegue analisar aquilo que se v\u00ea.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 A economia de mercado n\u00e3o \u00e9, nem de longe, t\u00e3o simples e ordeira quanto os defensores de pol\u00edticas intervencionistas acreditam. O mercado \u00e9 uma emaranhada rede de rela\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, \u00e9 um processo caracterizado por v\u00e1rias for\u00e7as coordenadoras e descoordenadoras. Vivemos em uma sociedade acossada pela escassez, e \u00e9 esse processo de coordena\u00e7\u00e3o feito pelo mercado que ir\u00e1 auxiliar o indiv\u00edduo a decidir como alocar corretamente os recursos necess\u00e1rios para se obter os fins desejados. \u00c9 por isso que o crescimento econ\u00f4mico, ou a cria\u00e7\u00e3o de riqueza, n\u00e3o \u00e9 apenas uma fun\u00e7\u00e3o do investimento induzido pelo estado. O vago termo &#8220;investimento&#8221; deve ser incorporado a este mundo de escassez, prefer\u00eancias e coordena\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Quando as pol\u00edticas de est\u00edmulo do governo s\u00e3o integradas a essa realidade mais ampla do processo de mercado, torna-se claro que a quest\u00e3o toda envolve vari\u00e1veis muito al\u00e9m da simplista no\u00e7\u00e3o de incentivos, subs\u00eddios e produ\u00e7\u00e3o. Tudo deixa de ser apenas uma quest\u00e3o que envolve uma rela\u00e7\u00e3o direta entre investimento e cria\u00e7\u00e3o de riqueza, e passa a ser sobre se o governo pode ou n\u00e3o participar de maneira eficaz no processo de coordena\u00e7\u00e3o do mercado.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Ap\u00f3s invadir a ordem econ\u00f4mica como um elefante em uma loja de porcelana e causar estragos tang\u00edveis, os burocratas, os pol\u00edticos e os intelectuais bajuladores do regime recorrem ent\u00e3o \u00e0 desfa\u00e7atez de culpar as &#8220;falhas de mercado&#8221; pela bagun\u00e7a que eles pr\u00f3prios criaram \u2014 o que cria espa\u00e7o para ainda mais interven\u00e7\u00f5es para corrigir os efeitos nefastos das interven\u00e7\u00f5es anteriores.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 No que dependesse exclusivamente dos mecanismos de corre\u00e7\u00e3o embutidos em um sistema de mercado genuinamente livre, baseado no sistema de pre\u00e7os e no mecanismo de lucros e preju\u00edzos, os empreendedores e consumidores n\u00e3o errariam de forma sistem\u00e1tica em seus esfor\u00e7os multifacetados para coordenar suas pr\u00f3prias atividades econ\u00f4micas \u2014 a menos, \u00e9 claro, que o estado interviesse desbragadamente, quebrando suas pernas e estropiando o funcionamento do sistema de pre\u00e7os.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 An\u00e1lises econ\u00f4micas e estrat\u00e9gias pol\u00edticas que desconsiderem esta realidade est\u00e3o se baseando em pilares falaciosos e n\u00e3o devem ser levadas a s\u00e9rio.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-1 > 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