{"id":15734,"date":"2017-12-20T22:41:29","date_gmt":"2017-12-20T20:41:29","guid":{"rendered":"https:\/\/xoandelugo.org\/?p=15734\/"},"modified":"2017-12-20T22:41:29","modified_gmt":"2017-12-20T20:41:29","slug":"dez-licoes-de-economia-para-iniciantes-quinta-licao-os-efeitos-dos-controles-de-precos-ubiratan-jorge-iorio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/dez-licoes-de-economia-para-iniciantes-quinta-licao-os-efeitos-dos-controles-de-precos-ubiratan-jorge-iorio\/","title":{"rendered":"DEZ LI\u00c7\u00d5ES DE ECONOMIA PARA INICIANTES &#8211; QUINTA LI\u00c7\u00c3O: OS EFEITOS DOS CONTROLES DE PRE\u00c7OS Ubiratan Jorge Iorio"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;border-width: 0px 0px 0px 0px;border-color:#e2e2e2;border-style:solid;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start\" style=\"max-width:calc( 1200px + 0px );margin-left: calc(-0px \/ 2 );margin-right: calc(-0px \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h1 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #428fc9;\">DEZ LI\u00c7\u00d5ES DE ECONOMIA PARA INICIANTES &#8211; QUINTA LI\u00c7\u00c3O: OS EFEITOS DOS CONTROLES DE PRE\u00c7OS<\/span><\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-2\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h4 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #428fc9;\"><em>\u00a0 \u00a0 &#8211;\u00a0Ubiratan Jorge Iorio &#8211;\u00a0<\/em><\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-single sep-solid\" style=\"border-color:#ffe500;border-top-width:1px;\"><\/div><\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-1 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-3\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Uma pergunta muito importante \u00e9: quanto conhecimento e que tipo de conhecimento por parte dos agentes econ\u00f4micos tornam-se necess\u00e1rios para que possamos falar em coordena\u00e7\u00e3o perfeita entre os planos de todos os agentes econ\u00f4micos, isto \u00e9, em equil\u00edbrio de mercado?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 O papel do mercado \u00e9 o de servir como um processo, mediante o qual, por tentativas e erros, tanto o conhecimento como as expectativas dos diferentes membros da sociedade v\u00e3o se tornando paulatinamente mais compat\u00edveis no decorrer do tempo. Surge desta maneira a import\u00e2ncia fundamental, primeiro, do sistema de pre\u00e7os, com o papel de emitir sinais para que os diversos participantes do processo de mercado possam coordenar seus planos ao longo do tempo e, segundo, da competi\u00e7\u00e3o, como o \u00fanico meio de descoberta das informa\u00e7\u00f5es que s\u00e3o realmente relevantes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Evidentemente, a ignor\u00e2ncia gerada pela escassez de conhecimento \u2014 e que envolve o processo de trocas \u2014 far\u00e1 com que diversos planos fracassem, de modo que a tend\u00eancia para um maior grau de coordena\u00e7\u00e3o depender\u00e1, de um lado, da capacidade de cada agente aprender com seus pr\u00f3prios erros e, de outro, de sua capacidade de substituir os planos que fracassaram anteriormente por planos cada vez mais corretos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Os pre\u00e7os, portanto, servem como sinalizadores nos mercados, indicando aos seus participantes se suas a\u00e7\u00f5es est\u00e3o corretas e se podem melhor\u00e1-las com o decorrer do tempo. Muitos economistas falam sobre pre\u00e7os de equil\u00edbrio, que seriam os pre\u00e7os que teoricamente igualariam as quantidades demandadas e ofertadas de um bem. Mas a grande verdade \u00e9 que no mundo real n\u00e3o existem pre\u00e7os de equil\u00edbrio, pois a economia \u00e9 din\u00e2mica; a passagem do tempo \u00e9 um dado de que n\u00e3o se pode escapar e a incerteza n\u00e3o pode deixar de ser considerada.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Portanto, para a Escola Austr\u00edaca, que \u00e9 essencialmente din\u00e2mica, n\u00e3o existem pre\u00e7os de equil\u00edbrio \u2014 o que h\u00e1 s\u00e3o pre\u00e7os que est\u00e3o convergindo para o equil\u00edbrio, em um processo de aprendizado, de tentativas e erros, conhecido como processo de mercado, ao qual j\u00e1 nos referimos na aula anterior.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Mas, para verificarmos como os controles de pre\u00e7os por parte dos governos s\u00e3o nocivos para as economias, suponhamos um mercado qualquer, um mercado de um bem essencial. Mais especificamente, o mercado de feij\u00e3o. Suponhamos que esse mercado esteja &#8220;em equil\u00edbrio&#8221; e que o pre\u00e7o praticado seja de x reais por quilo de feij\u00e3o. Suponhamos agora que o governo ou\u00e7a as reclama\u00e7\u00f5es do povo de que o pre\u00e7o x \u00e9 muito alto e, como o feij\u00e3o \u00e9 um item importante na alimenta\u00e7\u00e3o dos brasileiros, ele estabele\u00e7a um pre\u00e7o m\u00e1ximo igual a x &#8211; y, ou seja, decreta que o pre\u00e7o m\u00e1ximo ao qual o feij\u00e3o pode ser vendido \u00e9 agora inferior ao pre\u00e7o x.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 De noite, no jornal da TV, os homens do governo anunciam aos quatro ventos: &#8220;Nosso governo pensa nos pobres; agora todas as fam\u00edlias v\u00e3o poder comprar feij\u00e3o&#8221;. A inten\u00e7\u00e3o pode ter sido at\u00e9 boa, mas os resultados de medidas desse tipo s\u00e3o, sempre, desastrosos. Veja s\u00f3:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 O pre\u00e7o menor do feij\u00e3o vai fazer a demanda por esse produto subir, porque muitas pessoas que n\u00e3o o podiam comprar pagando o pre\u00e7o anterior (x) agora v\u00e3o ter meios para isso. Por outro lado, como o pre\u00e7o do feij\u00e3o caiu e os pre\u00e7os dos substitutos do feij\u00e3o (lentilha, ervilha, soja, etc.) se mantiveram constantes, \u00e9 claro que o feij\u00e3o passou a ser relativamente mais barato do que esses substitutos. Por exemplo, se antes voc\u00ea podia comprar com dez reais sete quilos de ervilha e quatro de feij\u00e3o, agora voc\u00ea pode comprar com esses dez reais os mesmos sete quilos de ervilha, mas n\u00e3o mais quatro de feij\u00e3o, e sim seis quilos. Isso significa que a demanda por feij\u00e3o vai subir e que a demanda pelos substitutos do feij\u00e3o vai cair. Teremos, ent\u00e3o, um excesso de demanda por feij\u00e3o, ou seja, a demanda ser\u00e1 maior do que a oferta e um excesso de oferta em cada um dos mercados dos substitutos do feij\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Com isso, os pre\u00e7os dos substitutos do feij\u00e3o v\u00e3o cair (e, possivelmente, os pre\u00e7os dos complementos do feij\u00e3o, como paio, lingui\u00e7a, carne seca etc. v\u00e3o subir), mas o pre\u00e7o do feij\u00e3o, que deveria aumentar para um valor maior do que o x inicial, por causa do excesso de demanda, n\u00e3o aumenta, porque ele est\u00e1 tabelado em x &#8211; y.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Resultado: as boas inten\u00e7\u00f5es do governo ainda n\u00e3o foram capazes de colocar feij\u00e3o na panela dos pobres. Quem quer comprar feij\u00e3o, agora, ou vai ter que madrugar no mercado ou (o que \u00e9 mais comum nesses casos) pagar um &#8220;\u00e1gio&#8221; para ter o produto. Como pobre n\u00e3o tem dinheiro para pagar \u00e1gio, o que voc\u00ea conclui?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Mas isso ainda n\u00e3o \u00e9 tudo: conforme o tempo for passando, as coisas v\u00e3o piorar para os pobres por causa da interfer\u00eancia do governo ao tabelar o pre\u00e7o do feij\u00e3o. Do lado da oferta, isto \u00e9, dos produtores de feij\u00e3o, os que est\u00e3o produzindo a custos mais elevados (que geralmente s\u00e3o os pequenos produtores) come\u00e7am a sofrer preju\u00edzos, pois o pre\u00e7o tabelado pelo governo \u00e9 inferior aos custos de produ\u00e7\u00e3o. Como ningu\u00e9m trabalha sabendo que vai ter preju\u00edzo, esses produtores (e, com o decorrer do tempo, cada vez mais produtores) v\u00e3o deixar de produzir esse produto, passando a plantar produtos cujos pre\u00e7os n\u00e3o est\u00e3o tabelados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 O resultado final \u00e9 desastroso: a quantidade vendida no mercado de feij\u00e3o \u00e9 menor do que a inicial, produtores tiveram preju\u00edzos e encerraram suas atividades, outros passaram a produzir outros produtos, alguns agricultores perderam os seus empregos, quem deseja consumir feij\u00e3o agora tem que pagar um \u00e1gio muito maior e \u2014 que desastre! \u2014 uma quantidade de pobres maior do que aquela do in\u00edcio vai ficar sem poder comprar feij\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0Essa hist\u00f3ria de fixa\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os m\u00e1ximos se repete, sem nenhuma mudan\u00e7a, h\u00e1 vinte e cinco s\u00e9culos, desde Nabucodonosor da Babil\u00f4nia, passando por Diocleciano em Roma, pelos l\u00edderes da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa, pelos controles e congelamentos de pre\u00e7os que o Brasil adotou entre 1986 e 1991 e por toda e qualquer experi\u00eancia de controle de pre\u00e7os. Nenhuma deu certo. Nenhuma dar\u00e1 certo, jamais! Isso acontece porque pre\u00e7os, entendidos como tal, s\u00f3 s\u00e3o pre\u00e7os se forem voluntariamente determinados nos mercados, pela livre intera\u00e7\u00e3o entre compradores e vendedores.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 \u00a0O que escrevemos sobre o feij\u00e3o serve para quaisquer pre\u00e7os de bens e servi\u00e7os: taxas de juros, sal\u00e1rios, taxas de c\u00e2mbio, margens de lucros etc.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0Experimente, por exemplo, seguir o mesmo racioc\u00ednio que mostramos para o feij\u00e3o com a taxa de c\u00e2mbio, que \u00e9 o pre\u00e7o da moeda estrangeira em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 moeda nacional. Suponha que o governo (no caso da taxa de c\u00e2mbio, seria o Banco Central) fixe a taxa de c\u00e2mbio em um valor maior do que o valor que o mercado determinaria em um determinado dia (uma desvaloriza\u00e7\u00e3o artificial do real em rela\u00e7\u00e3o ao d\u00f3lar). Os resultados: aumento de exporta\u00e7\u00f5es, queda de importa\u00e7\u00f5es, press\u00e3o para a taxa de c\u00e2mbio cair (valorizar o real perante o d\u00f3lar), super\u00e1vit nas contas externas. Experimente agora deduzir o que aconteceria se o governo (tamb\u00e9m o Banco Central) tabelasse a taxa de juros em um valor inferior ao de mercado e conclua que: a demanda por cr\u00e9dito subiria, a oferta de cr\u00e9dito cairia, a poupan\u00e7a diminuiria, os investimentos (sem lastro em poupan\u00e7a) subiriam, e surgiria uma press\u00e3o para a taxa de juros subir, mas o tabelamento impediria isso.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Em suma, em todo e qualquer mercado, desde Ad\u00e3o e Eva at\u00e9 nossos descendentes em um futuro remoto, pre\u00e7os s\u00f3 s\u00e3o efetivamente pre\u00e7os se forem determinados pelos mercados. Qualquer interfer\u00eancia do governo nos mercados \u00e9 um corpo estranho, uma agress\u00e3o que s\u00f3 pode causar mal ao organismo econ\u00f4mico.<\/span><\/p>\n<\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-2 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-double sep-solid\" style=\"border-color:#ffeb3b;border-top-width:1px;border-bottom-width:1px;\"><\/div><\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-4\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><pre><span style=\"color: #999999;\">*Artigo cedido polo Instituto Mises Brasil<\/span><\/pre>\n<\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-flex-container.fusion-builder-row-1{ padding-top : 0px;margin-top : 0px;padding-right : 0px;padding-bottom : 0px;margin-bottom : 0px;padding-left : 0px;}<\/style><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-15734","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos-cy"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15734","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15734"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15734\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15735,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15734\/revisions\/15735"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15734"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15734"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15734"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}