{"id":15697,"date":"2017-12-11T23:09:13","date_gmt":"2017-12-11T21:09:13","guid":{"rendered":"https:\/\/xoandelugo.org\/?p=15697\/"},"modified":"2017-12-11T23:09:13","modified_gmt":"2017-12-11T21:09:13","slug":"a-estrutura-de-capital-austriaca-e-a-macroeconomia-uma-simbiose-impossivel-alfredo-marcolin-peringer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/a-estrutura-de-capital-austriaca-e-a-macroeconomia-uma-simbiose-impossivel-alfredo-marcolin-peringer\/","title":{"rendered":"A ESTRUTURA DE CAPITAL AUSTR\u00cdACA E A MACROECONOMIA: UMA SIMBIOSE IMPOSS\u00cdVEL &#8211; Alfredo Marcolin Peringer"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;border-width: 0px 0px 0px 0px;border-color:#e2e2e2;border-style:solid;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start\" style=\"max-width:calc( 1200px + 0px );margin-left: calc(-0px \/ 2 );margin-right: calc(-0px \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h1 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #428fc9;\">A ESTRUTURA DE CAPITAL AUSTR\u00cdACA E A MACROECONOMIA: UMA SIMBIOSE IMPOSS\u00cdVEL<\/span><\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-2\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h4 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #428fc9;\"><em>\u00a0 \u00a0 &#8211;\u00a0Alfredo Marcolin Peringer &#8211;\u00a0 \u00a0<\/em><\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-single sep-solid\" style=\"border-color:#ffe500;border-top-width:1px;\"><\/div><\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-1 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-3\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Considero um erro metodol\u00f3gico, e um preju\u00edzo ao avan\u00e7o do estudo da ci\u00eancia econ\u00f4mica, a uni\u00e3o dos princ\u00edpios da mainstream economics (ME) com os da escola econ\u00f4mica austr\u00edaca (EEA), praticado por alguns dos seus defensores, dentro do campo da teoria de capital.<a href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\">[i]<\/a> Ignoram a dimens\u00e3o do disparate das suas pretens\u00f5es ao colocar, no mesmo prisma, conceitos totalmente distintos do ponto de vista da ME e da EEA.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 A diferen\u00e7a entre as escolas come\u00e7a com o pr\u00f3prio conceito de equil\u00edbrio econ\u00f4mico, mas se estendem ao do tempo, do capital, do investimento, da poupan\u00e7a, das taxas de juros e da renda. Os &#8216;austr\u00edacos&#8217;, a come\u00e7ar, n\u00e3o trabalham com situa\u00e7\u00f5es de equil\u00edbrio, mas com a economia em constante desequil\u00edbrio. Ora s\u00e3o as quebras de safras, ora o aumento da demanda por um determinado produto, ora uma nova mercadoria que surge no mercado, entre tantos outros desbalanceamentos econ\u00f4micos. Os empreendedores mais atentos, que conseguem perceber os desequil\u00edbrios antes dos demais, entram comprando, vendendo, produzindo ou investindo. S\u00e3o a\u00e7\u00f5es movidas pelo lucro, mas que ajustam os desequil\u00edbrios. Ali\u00e1s, quanto mais inventiva for uma economia, mais desequil\u00edbrios ela tender\u00e1 a gerar e, consequentemente, mais ganhos tender\u00e1 a propiciar aos empreendedores mais h\u00e1beis, sem contar que a maior parte dos desajustes est\u00e3o relacionados \u00e0 estrutura de capital.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 N\u00e3o \u00e9 para menos que a estrutura de capital, devido \u00e0 sua complexidade, \u00e9 o local onde surgem as diverg\u00eancias mais acentuadas entre a ME e a EEA. Enquanto o tempo \u00e9 uma categoria econ\u00f4mica para os austr\u00edacos, \u00e9 negligenciado pelos defensores da mainstream economics, dando, por isso, uma interpreta\u00e7\u00e3o unidimensional ao capital. Encobrem os seus aspectos multidimensionais, como a dimens\u00e3o da sua estrutura, formada por v\u00e1rios est\u00e1gios de produ\u00e7\u00e3o, respons\u00e1veis pela fabrica\u00e7\u00e3o dos bens intermedi\u00e1rios (pr\u00e9dios, m\u00e1quinas, equipamentos, mat\u00e9rias prima, insumos, entre outros) que v\u00e3o integrar mais adiante a fabrica\u00e7\u00e3o dos bens de consumo finais.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Quanto mais distante estiver cada est\u00e1gio de produ\u00e7\u00e3o do consumo, dado pelo tempo que leva da fabrica\u00e7\u00e3o do bem intermedi\u00e1rio at\u00e9 a venda dos bens de consumo final, maior ser\u00e1 o juro impl\u00edcito do neg\u00f3cio. Como a ME n\u00e3o trabalha com uma estrutura de capital multidimensional, desconsidera as fun\u00e7\u00f5es espec\u00edficas do tempo real, dos custos, dos juros, dos lucros e riscos integrados em cada etapa de produ\u00e7\u00e3o. Se conhecessem todo esse intricado processo, talvez desistissem de somar o capital e de apresent\u00e1-lo de forma agregada, na tentativa de trabalhar com um conceito econ\u00f4mico &#8211; diga-se de passagem! &#8211; burro: a m\u00e9dia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Outra considera\u00e7\u00e3o importante dentro da teoria de capital austr\u00edaca \u00e9 a impossibilidade de separa\u00e7\u00e3o do conceito de investimento do de poupan\u00e7a, considerada coisas distintas pela ME: seus l\u00edderes desconhecem que a ess\u00eancia de ambos \u00e9 a mesma. O capital, no seu longo trajeto da fabrica\u00e7\u00e3o dos bens intermedi\u00e1rios at\u00e9 os bens de consumo finais, gera renda, principalmente sal\u00e1rios, juros e lucros. Era isso que Jean Baptiste-Say queria nos dizer na sua c\u00e9lebre frase: &#8220;\u00e9 a oferta que gera a demanda&#8221;. A poupan\u00e7a \u00e9 a renda gerada e n\u00e3o gasta em bens de consumo. Contr\u00e1rio ao que a ME prega, a poupan\u00e7a n\u00e3o fica ociosa. Ela se mant\u00e9m dentro do sistema econ\u00f4mico, investida na estrutura de produ\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria (pr\u00e9dios, m\u00e1quinas, mat\u00e9rias-primas, insumos e na pr\u00f3pria m\u00e3o-de-obra dos diversos est\u00e1gios de produ\u00e7\u00e3o, assim como na compra de bens de consumo dur\u00e1veis) ou conservada como um poder de compra tempor\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Ainda que possa haver boa inten\u00e7\u00e3o dos &#8220;macroeconomistas mainstream&#8221;, as tentativas de agrega\u00e7\u00e3o desse complexo sistema n\u00e3o t\u00eam nexo verdadeiramente econ\u00f4mico. S\u00e3o elucubra\u00e7\u00f5es t\u00e3o irreais quanto os &#8220;faz de conta&#8221; dos socialistas e estatistas na elabora\u00e7\u00e3o do c\u00e1lculo econ\u00f4mico fora do mercado, criticada por Ludwig Von Mises, com uma analogia dos jogos de guerra, praticados por uma crian\u00e7a (ME), e uma verdadeira guerra, enfrentada em campo de batalha por um soldado (EEA). A agrega\u00e7\u00e3o, da mesma forma, fornece resultados ut\u00f3picos, irreais, sem validade te\u00f3rica pelos mandamentos da EEA. Logo, n\u00e3o se trata de &#8220;purismo acad\u00eamico&#8221;, como alegam os macroeconomistas austr\u00edacos, mas uma batalha contra algo vazio ou com custos maiores do que benef\u00edcios.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Friedrich Von Hayek, a prop\u00f3sito, o maior mentor positivista da Teoria do Capital Austr\u00edaca e dos ciclos econ\u00f4micos, faz um alerta no Pref\u00e1cio do seu &#8220;La Teoria Pura del Capital&#8221;, ao comentar que o intento de sistematiza\u00e7\u00e3o dentro da teoria de capital abre lacunas que deixam o conte\u00fado praticamente in\u00fatil para as an\u00e1lises complicadas. E os erros se acentuam nos estudos mais avan\u00e7ados dos ciclos econ\u00f4micos. As agrega\u00e7\u00f5es escondem que os excessos monet\u00e1rios ou credit\u00edcios, que levam aos &#8216;booms&#8217;, afetam os diversos est\u00e1gios de produ\u00e7\u00e3o de maneira heterog\u00eanea. Nos &#8216;busts&#8217; (recess\u00f5es), ent\u00e3o, quando a atividade econ\u00f4mica para se recuperar precisa, antes, do desmanche dos investimentos e empregos malfeitos, a agrega\u00e7\u00e3o n\u00e3o se torna apenas nula e in\u00fatil, mas fortemente nociva, abrindo o espa\u00e7o para as incurs\u00f5es da ME, que acredita ser poss\u00edvel apagar o fogo usando mais gasolina (mais excessos monet\u00e1rios).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Ao passarmos, ent\u00e3o, do estudo positivista da teoria do capital para o praxeol\u00f3gico, o erro das agrega\u00e7\u00f5es e das diagrama\u00e7\u00f5es sofisticadas se agiganta. Ludwig Von Mises, no seu &#8220;A A\u00e7\u00e3o Humana&#8221;, comenta que:<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">A Economia n\u00e3o \u00e9, como os ignorantes positivistas repetem a toda a hora, atrasada pela falta de mensura\u00e7\u00e3o quantitativa. Ela n\u00e3o \u00e9 &#8216;quantitativa&#8217; porque n\u00e3o trabalha com dados ou vari\u00e1veis constantes.<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Elas obscurecem a an\u00e1lise das a\u00e7\u00f5es empreendedoras dos indiv\u00edduos, feitas geralmente na busca da redu\u00e7\u00e3o dos custos, dos prazos, da inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, dos novos meios de se fazer as escolhas, da melhora da qualidade dos bens de capital e do produto final.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 A inutilidade dos resultados das agrega\u00e7\u00f5es dentro da teoria de capital e dos ciclos econ\u00f4micos torna-se saliente quando se analisa passo a passo as a\u00e7\u00f5es dos indiv\u00edduos. O maior custo das agrega\u00e7\u00f5es, como se depreende, recai no aprendizado econ\u00f4mico. Os fundamentos praxeol\u00f3gicos deram for\u00e7a cient\u00edfica ao estudo da economia e das demais ci\u00eancias sociais. Qualquer empecilho que venha a enfraquecer ou tolher a an\u00e1lise do emaranhado social e econ\u00f4mico dentro do campo da a\u00e7\u00e3o humana e da sua categoria universal, no tempo e no espa\u00e7o, deve ser suprimido sob qualquer pretexto.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\"><a href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\"><\/a><\/span><\/p>\n<\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-2 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-double sep-solid\" style=\"border-color:#ffeb3b;border-top-width:1px;border-bottom-width:1px;\"><\/div><\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-4\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><p><span style=\"color: #999999;\"><a href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\">[i]<\/a> Roger W. Garrisson, &#8220;Time and Money: The Macroeconomics of Capital Structure&#8221;.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-double sep-solid\" style=\"border-color:#ffeb3b;border-top-width:1px;border-bottom-width:1px;\"><\/div><\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-5\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><pre><span style=\"color: #999999;\">*Artigo cedido polo Instituto Mises Brasil<\/span><\/pre>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-flex-container.fusion-builder-row-1{ padding-top : 0px;margin-top : 0px;padding-right : 0px;padding-bottom : 0px;margin-bottom : 0px;padding-left : 0px;}<\/style><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-15697","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos-cy"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15697","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15697"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15697\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15698,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15697\/revisions\/15698"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15697"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15697"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15697"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}