{"id":15691,"date":"2017-12-08T22:50:38","date_gmt":"2017-12-08T20:50:38","guid":{"rendered":"https:\/\/xoandelugo.org\/?p=15691\/"},"modified":"2017-12-08T22:52:33","modified_gmt":"2017-12-08T20:52:33","slug":"dez-licoes-de-economia-austriaca-terceira-licao-acao-tempo-e-conhecimento-ubiratan-jorge-iorio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/dez-licoes-de-economia-austriaca-terceira-licao-acao-tempo-e-conhecimento-ubiratan-jorge-iorio\/","title":{"rendered":"DEZ LI\u00c7\u00d5ES DE ECONOMIA AUSTR\u00cdACA &#8211; TERCEIRA LI\u00c7\u00c3O: A\u00c7\u00c3O, TEMPO E CONHECIMENTO. Ubiratan Jorge Iorio"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;border-width: 0px 0px 0px 0px;border-color:#e2e2e2;border-style:solid;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start\" style=\"max-width:calc( 1200px + 0px );margin-left: calc(-0px \/ 2 );margin-right: calc(-0px \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h1 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #428fc9;\">DEZ LI\u00c7\u00d5ES DE ECONOMIA AUSTR\u00cdACA &#8211; TERCEIRA LI\u00c7\u00c3O: A\u00c7\u00c3O, TEMPO E CONHECIMENTO<\/span><\/h1>\n<\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-2\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h4 style=\"text-align: right;\"><em><span style=\"color: #428fc9;\">\u00a0 \u00a0 &#8211;\u00a0Ubiratan Jorge Iorio &#8211;\u00a0\u00a0<\/span><\/em><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-single sep-solid\" style=\"border-color:#ffe500;border-top-width:1px;\"><\/div><\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-1 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-3\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Rascunhamos na aula anterior o conceito de a\u00e7\u00e3o e podemos agora defini-lo: a\u00e7\u00e3o, para a Escola Austr\u00edaca de Economia, \u00e9 qualquer ato executado voluntariamente com o objetivo de aumentar a satisfa\u00e7\u00e3o de quem o executa. Como vimos na aula anterior, os agentes \u2014 isto \u00e9, aqueles que agem, sejam eles consumidores, produtores, investidores, poupadores, exportadores, importadores etc. \u2014 quando o fazem o fazem por meio de escolhas, considerando que os fins sempre suplantem os meios, ou seja, que as escolhas s\u00e3o feitas em meio \u00e0 escassez.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Toda a a\u00e7\u00e3o nos mercados pressup\u00f5e, ent\u00e3o, uma escolha feita em um determinado momento, tendo o agente a posse de alguns meios e tendo em vista determinado(s) fim(s). A teoria econ\u00f4mica sup\u00f5e, com toda a raz\u00e3o, que todas as a\u00e7\u00f5es s\u00e3o realizadas com a expectativa de que, caso sejam concretizadas, venham a aumentar a satisfa\u00e7\u00e3o (ou utilidade, na linguagem dos economistas) dos agentes. Ningu\u00e9m age para piorar, \u00e9 isso o que queremos dizer.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Agora uma pergunta que pode parecer complicada: e uma pessoa que decida que vai suicidar-se pulando de um edif\u00edcio alto? Essa pessoa estar\u00e1 agindo da forma como definimos, isto \u00e9, pensando que se suicidar vai aumentar a sua satisfa\u00e7\u00e3o? A resposta \u00e9 sim! Porque seus sentimentos subjetivos est\u00e3o t\u00e3o abalados que ela pensa que a morte \u00e9 a melhor solu\u00e7\u00e3o. \u00c9 claro que ela est\u00e1 errada, mas no momento em que decide tirar a pr\u00f3pria vida ela n\u00e3o percebe isso.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Da mesma forma S\u00e3o Francisco de Assis, quando mandou distribuir os bens de seu pai, um rico comerciante, aos pobres, praticou aquela a\u00e7\u00e3o porque achou, de acordo com sua valora\u00e7\u00e3o subjetiva, que aquela a\u00e7\u00e3o lhe proporcionaria uma satisfa\u00e7\u00e3o muito grande. O postulado da a\u00e7\u00e3o humana, portanto, \u00e9 universal! Toda a\u00e7\u00e3o \u00e9 executada no intuito de se aumentar o estado de satisfa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Podemos refinar agora um pouco: toda a\u00e7\u00e3o \u00e9 executada porque quem a executa acha que se a executar sua satisfa\u00e7\u00e3o vai aumentar. O agente pesou e repesou meios e fins, considerou suas valora\u00e7\u00f5es e decidiu-se por aquela a\u00e7\u00e3o \u2014 por exemplo, comprar um t\u00eanis da marca X. Mas pode acontecer que, depois de ter praticado a a\u00e7\u00e3o, ou seja, depois de ter comprado o t\u00eanis, ele venha a perceber que a qualidade o mesmo n\u00e3o era boa, ou que poderia ter pagado um pre\u00e7o bem menor pelo mesmo modelo em outra loja. Em outras palavras, como o nosso conhecimento de todos os fatores que devem ser considerados ao se fazer as escolhas sempre \u00e9 incompleto, al\u00e9m de estar distribu\u00eddo desigualmente entre os agentes, ocorre que as a\u00e7\u00f5es acontecem na imensa maioria das vezes em ambiente de incerteza, o que significa que a ocorr\u00eancia de erros costuma ser comum.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 A economia do mundo real, portanto, nada mais \u00e9 do que o conjunto de todas as a\u00e7\u00f5es \u2014 compras, vendas, empr\u00e9stimos, decis\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o, de poupan\u00e7a, de investimento etc. \u2014 realizadas sob a forma de transa\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, que envolvam escolhas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Acontece, por\u00e9m, que essas escolhas n\u00e3o s\u00e3o fixas no tempo! Imagine que voc\u00ea n\u00e3o suporta ouvir m\u00fasicas sertanejas, mas que um belo dia come\u00e7a a namorar a filha de um rico fazendeiro do interior de S\u00e3o Paulo. Sua valora\u00e7\u00e3o quanto \u00e0s m\u00fasicas sertanejas muda: voc\u00ea, influenciado por fatores n\u00e3o econ\u00f4micos, como a paix\u00e3o, passa a comprar CDs e DVDs de todas as duplas sertanejas que encontra nas lojas. Seis meses depois, voc\u00eas terminam o namoro. Muito provavelmente, voc\u00ea jogar\u00e1 no lixo todos os CDs e DVDs que comprou enquanto estava apaixonado. Portanto, sua escala de valores alterou-se duas vezes em poucos meses. E isso acontece com boa parte dos bens e servi\u00e7os que temos que valorar ao longo de nossas vidas (felizmente, porque sen\u00e3o a vida ser\u00e1 mais entediante).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 A passagem do tempo, portanto, tende a afetar sensivelmente e de maneira muitas vezes imprevista as nossas escolhas. O tempo pode ser definido como um fluxo permanente e cont\u00ednuo de novas experi\u00eancias: \u00e9 como se o nosso estoque de conhecimentos e de interpreta\u00e7\u00e3o desses conhecimentos estivesse armazenado em um tanque e o tempo fosse algo como uma torneira despejando novos conhecimentos e novas interpreta\u00e7\u00f5es a esse estoque, que vai, ent\u00e3o, se modificando permanentemente; e isso influencia as a\u00e7\u00f5es ao longo do tempo. Por exemplo, se voc\u00ea gosta muito de chocolate e come de uma vez s\u00f3 duas barras daquelas maiores, provavelmente vai sentir dores na barriga. Na pr\u00f3xima vez, dificilmente voc\u00ea comer\u00e1 duas barras de uma s\u00f3 vez.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Outro exemplo: quando voc\u00ea tinha cinco anos, o valor subjetivo que atribu\u00eda a um veloc\u00edpede certamente era maior do que o que atribui hoje a ele, porque o tempo passou e suas perspectivas, sua mem\u00f3ria, sua antecipa\u00e7\u00e3o foi alterando o seu conhecimento e a maneira de interpretar esse conhecimento tamb\u00e9m se alterou.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Vamos refazer nossa defini\u00e7\u00e3o de economia, ent\u00e3o: a economia do mundo real, portanto, nada mais \u00e9 do que o conjunto de todas as a\u00e7\u00f5es \u2014 compras, vendas, empr\u00e9stimos, decis\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o, de poupan\u00e7a, de investimento etc. \u2014 realizadas sob a forma de transa\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, que envolvam escolhas ao longo do tempo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Por fim, temos que considerar que, como ensinou o grande economista austr\u00edaco Hayek, o nosso conhecimento (aquele necess\u00e1rio para decidirmos as a\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas que escolheremos) possui duas caracter\u00edsticas: primeira, ele \u00e9 incompleto; e segunda, ele est\u00e1 espalhado de maneira desigual entre os participantes dos mercados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Ora, se nosso conhecimento \u00e9 incompleto, ele \u00e9 insuficiente, ent\u00e3o, para que possamos tomar todas as decis\u00f5es envolvendo uma a\u00e7\u00e3o com certeza absoluta de que ser\u00e3o as decis\u00f5es corretas. E se ele est\u00e1 distribu\u00eddo desigualmente entre os participantes dos mercados, isso significa que alguns ter\u00e3o informa\u00e7\u00f5es mais apuradas do que outros, o que ir\u00e1 com certeza afetar o grau de acerto\/erro das decis\u00f5es. Por fim, observe que, mesmo se todos os participantes em um mercado tivessem exatamente as mesmas informa\u00e7\u00f5es, o mesmo conhecimento, cada um deles interpretaria essas informa\u00e7\u00f5es e conhecimentos de maneira absolutamente \u00fanica, individual, porque somos racionais, temos gostos e prefer\u00eancias pr\u00f3prias, valorizamos a posse de dinheiro de maneiras diferentes, somos influenciados por fatores externos diferentes, somos, para resumir, diferentes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 A conclus\u00e3o disso \u00e9 que sempre vai existir uma incerteza caracter\u00edstica ao processo de escolher quais as melhores a\u00e7\u00f5es, tanto no campo da economia como nos outros campos da vida humana. Essa incerteza que est\u00e1 presente na a\u00e7\u00e3o humana, por mais racional que esta possa ser, n\u00e3o \u00e9 uma incerteza que se pode medir com n\u00fameros, como, por exemplo, quando dizemos que a probabilidade de dar &#8220;cara&#8221; quando lan\u00e7amos uma moeda para o ar muitas vezes ser\u00e1 de 0,5. No caso da a\u00e7\u00e3o humana nos mercados, trata-se de uma incerteza que chamamos de incerteza genu\u00edna, \u00e0 qual n\u00e3o podemos associar n\u00fameros nem estimativas. O corol\u00e1rio da incerteza genu\u00edna \u00e9 a ignor\u00e2ncia: temos que admitir que, por mais estudados que possamos ser, sempre seremos ignorantes de algumas condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas (de momento ou n\u00e3o) e que seriam relevantes para que a nossa a\u00e7\u00e3o n\u00e3o contenha erros.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Podemos agora finalizar nossa defini\u00e7\u00e3o de economia, escrevendo: a economia do mundo real, portanto, nada mais \u00e9 do que o conjunto de todas as a\u00e7\u00f5es \u2014 compras, vendas, empr\u00e9stimos, decis\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o, de poupan\u00e7a, de investimento, etc. \u2014 realizadas sob a forma de transa\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, que envolvam escolhas ao longo do tempo, realizadas em ambiente de incerteza genu\u00edna.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 O erro, a incerteza genu\u00edna, a ignor\u00e2ncia, o fato de que nossas valora\u00e7\u00f5es mudam com o tempo e outros fatores muito complexos e que n\u00e3o se restringem apenas \u00e0 economia fazem com que tenhamos que considerar que estudar economia n\u00e3o \u00e9 o mesmo que estudar uma ci\u00eancia natural. Por isso, temos que ter muito cuidado quando usamos a matem\u00e1tica para descrever o comportamento econ\u00f4mico, pois a economia n\u00e3o se presta a isso: nenhum modelo matem\u00e1tico poder\u00e1 explicar porque voc\u00ea preferiu comprar uma camisa do seu clube de futebol, ao inv\u00e9s de comprar a de um clube rival.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 A Escola Austr\u00edaca rejeita o uso da matem\u00e1tica na economia porque usa o crit\u00e9rio hipot\u00e9tico dedutivo (e n\u00e3o o indutivo) e porque adota o falsificacionismo, em que formulamos uma teoria com base em argumentos l\u00f3gicos e consideramos que essa teoria ser\u00e1 correta enquanto n\u00e3o for falsificada pelos fatos do mundo real. Isso \u00e9 diferente do m\u00e9todo das outras correntes do pensamento econ\u00f4mico, que usam modelos matem\u00e1ticos para descreverem o comportamento das pessoas no mundo real.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 A\u00e7\u00e3o, tempo e conhecimento, eis o universo da economia. Convido voc\u00ea a mergulhar nesse mundo fascinante!<\/span><\/p>\n<\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-2 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-double sep-solid\" style=\"border-color:#ffeb3b;border-top-width:1px;border-bottom-width:1px;\"><\/div><\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-4\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><pre><span style=\"color: #999999;\"><span style=\"color: #999999;\">*Artigo cedido polo Instituto Mises Brasil<\/span><\/span><\/pre>\n<\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-flex-container.fusion-builder-row-1{ padding-top : 0px;margin-top : 0px;padding-right : 0px;padding-bottom : 0px;margin-bottom : 0px;padding-left : 0px;}<\/style><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-15691","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos-cy"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15691","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15691"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15691\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15693,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15691\/revisions\/15693"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15691"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15691"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15691"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}