{"id":15481,"date":"2017-10-25T22:14:53","date_gmt":"2017-10-25T20:14:53","guid":{"rendered":"https:\/\/xoandelugo.org\/?p=15481\/"},"modified":"2017-10-25T22:15:17","modified_gmt":"2017-10-25T20:15:17","slug":"o-que-diferencia-o-proletariado-dos-donos-do-meio-de-producao-geanluca-lorenzon","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/o-que-diferencia-o-proletariado-dos-donos-do-meio-de-producao-geanluca-lorenzon\/","title":{"rendered":"O QUE DIFERENCIA O PROLETARIADO DOS DONOS DO MEIO DE PRODU\u00c7\u00c3O? &#8211; Geanluca Lorenzon"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;border-width: 0px 0px 0px 0px;border-color:#e2e2e2;border-style:solid;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start\" style=\"max-width:calc( 1200px + 0px );margin-left: calc(-0px \/ 2 );margin-right: calc(-0px \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h1 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #428fc9;\">O QUE DIFERENCIA O PROLETARIADO DOS DONOS DO MEIO DE PRODU\u00c7\u00c3O?<\/span><\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-2\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h4 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #428fc9;\"><em>\u00a0 \u00a0 &#8211;\u00a0\u00a0Geanluca Lorenzon &#8211;\u00a0<\/em><\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-single sep-solid\" style=\"border-color:#ffe500;border-top-width:1px;\"><\/div><\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-1 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-3\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Segundo a teoria marxista tradicional, a opress\u00e3o da &#8216;luta de classes&#8217; ocorria pelo fato de que o proletariado era for\u00e7ado a se submeter \u00e0 burguesia em raz\u00e3o de esta ser a dona dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Ou seja, como a burguesia era a dona das m\u00e1quinas, dos equipamentos e das f\u00e1bricas em que os oper\u00e1rios do s\u00e9culo XIX eram empregados, ela tinha o poder de fazer com que os indiv\u00edduos se sujeitassem a trabalhar para ela em troca de um sal\u00e1rio. Consequentemente, a burguesia pertencia \u00e0 &#8220;classe opressora&#8221;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 J\u00e1 os trabalhadores, que tinham de vender sua m\u00e3o-de-obra a esta burguesia detentora dos meios de produ\u00e7\u00e3o, pertenciam \u00e0 &#8220;classe oprimida&#8221;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Ludwig von Mises esclareceu que a l\u00f3gica de ver isso como uma opress\u00e3o era, por si s\u00f3, completamente err\u00f4nea. Para come\u00e7ar, os propriet\u00e1rios das f\u00e1bricas estavam, na realidade, gerando uma chance de emprego, uma renda crescente e, acima de tudo, possibilitando a sobreviv\u00eancia da popula\u00e7\u00e3o mais pobre, que jamais teria acesso a esta melhoria em sua qualidade de vida caso continuasse no campo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 O capital n\u00e3o explorava o trabalhador. Ao contr\u00e1rio: ao fornecer ao trabalhador as m\u00e1quinas e ferramentas de que ele necessitava para produzir bens e servi\u00e7os que os consumidores valorizavam, ele aumentava a renda e o valor da m\u00e3o-de-obra. N\u00e3o fosse o capital disponibilizado pelos capitalistas (maquin\u00e1rio, ferramentas, mat\u00e9ria prima, insumos, instala\u00e7\u00f5es etc.), a m\u00e3o-de-obra n\u00e3o teria como produzir estes bens demandados pelos consumidores. Consequentemente, os trabalhadores nem sequer teriam renda.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Ainda neste contexto, Mises tamb\u00e9m apontou que os produtos que revolucionaram a qualidade de vida \u00e0 \u00e9poca estavam sendo agora barateados e produzidos em larga escala para a humanidade gra\u00e7as exatamente \u00e0 acumula\u00e7\u00e3o de capital da burguesia, a qual permitiu que tais produtos, pela primeira vez na hist\u00f3ria, passassem a ser fabricados em massa e para as massas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Exatamente por isso, os primeiros anticapitalistas foram os ruralistas ingleses, que viram seus ex-servos migrarem voluntariamente para as cidades, que come\u00e7aram a oferecer novas oportunidades de vida.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\"><strong>\u00a0 Hoje, o argumento da explora\u00e7\u00e3o vale menos ainda.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 No entanto, se mesmo assim consider\u00e1ssemos que o processo industrial da \u00e9poca submetia o &#8220;proletariado&#8221; a algum tipo de opress\u00e3o, tal argumento perdeu completamente o sentido em nossa sociedade atual.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Na teoria marxista, por tr\u00e1s da justificativa da opress\u00e3o existe um falso pressuposto de que as atividades de &#8216;trabalhador&#8217; e &#8217;empreendedor&#8217; s\u00e3o similares, sendo a \u00fanica diferen\u00e7a entre elas o fato de que o empregado n\u00e3o \u00e9 o dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o. Ou seja, caso o proletariado fosse dono das f\u00e1bricas e de todo o capital, a sociedade funcionaria t\u00e3o bem (ou ainda melhor) quanto atualmente, e as injusti\u00e7as desapareceriam.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Para a teoria marxista, ser um empres\u00e1rio era o pior dos v\u00edcios.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 A derradeira evid\u00eancia da falsidade desse conceito \u00e9 que, hoje, ser dono dos &#8220;meios de produ\u00e7\u00e3o&#8221; n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil e nem sequer caro. Ou seja, ser empregador \u2014 ou, mais ainda, ser o pr\u00f3prio empregador, isto \u00e9, aut\u00f4nomo \u2014 tornou-se um novo normal e depende muito mais da dedica\u00e7\u00e3o e escolha da carreira do que de um determinismo hist\u00f3rico. Ainda assim, pessoas optam de maneira diferenciada entre serem patr\u00f5es ou empregados \u2014 ou opressores e oprimidos, na terminologia marxista \u2014 conforme suas prefer\u00eancias.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 O desaparecimento desta &#8220;dificuldade&#8221; em ser dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o ocorreu em larga escala porque o capitalismo possibilitou que valoriz\u00e1ssemos (e ent\u00e3o compr\u00e1ssemos) produtos e servi\u00e7os que s\u00e3o muito mais fruto da intelig\u00eancia humana do que o resultado de uma m\u00e1quina cara. Com efeito, o capitalismo inverteu completamente a l\u00f3gica passada e colocou o ser humano como o fator de maior valor da sociedade econ\u00f4mica. Ao passo que maquin\u00e1rios e bens f\u00edsicos baixaram de pre\u00e7os, o valor de um bom profissional e de um empreendedor com novas ideais passou a valer muito mais do que a mera posse de um maquin\u00e1rio f\u00edsico.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Hoje, adolescentes se tornam milion\u00e1rios ao desenvolverem aplicativos geniais para celulares. O que eles utilizaram para alcan\u00e7ar esta fa\u00e7anha? Ideias, algumas horas de trabalho e uma tecnologia que j\u00e1 est\u00e1 totalmente popularizada. H\u00e1 quem ganhe mais de US$ 12 milh\u00f5es por ano fazendo o exaustivo trabalho de filmar a si pr\u00f3prio jogando videogame, fazendo coment\u00e1rios e postando o v\u00eddeo no YouTube.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Isso sem mencionar os exemplos mais expl\u00edcitos, como \u00e9 o caso do AirBnB, que permite a qualquer indiv\u00edduo transformar sua casa em hotel e ganhar dinheiro com isso; ou mesmo da Uber e do Cabify, que transformam carros em bens de capital geradores de renda. E h\u00e1 tamb\u00e9m o OpenBazaar, por meio do qual qualquer indiv\u00edduo de qualquer lugar do mundo pode virar empreendedor, sem ter de depender de permiss\u00f5es do governo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Imposs\u00edvel exemplo maior de massifica\u00e7\u00e3o da propriedade dos meios de produ\u00e7\u00e3o. Estes aplicativos est\u00e3o entregando o controle do capital aos pr\u00f3prios trabalhadores e est\u00e3o permitindo que cada vez mais indiv\u00edduos se tornem propriet\u00e1rios dos meios de produ\u00e7\u00e3o em vez de ter de trabalhar para terceiros que det\u00eam todo o capital f\u00edsico necess\u00e1rio para fazer seu trabalho.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Como dizer que o proletariado est\u00e1 oprimido quando ele consegue, como nunca antes, ter mobilidade e sucesso nas suas escolhas de vida? Das cinco pessoas mais ricas do mundo hoje, segundo a Forbes, pelo menos quatro delas nasceram naquilo que Karl Marx certamente chamaria de classe oprimida. Bill Gates e Mark Zuckerberg come\u00e7aram com seus computadores e uma ideia. Warren Buffet teve uma longa e complicada vida at\u00e9 o sucesso financeiro. Amancio Ortega era filho de um oper\u00e1rio de trens. Hoje, eles somados t\u00eam uma fortuna maior que US$ 280 bilh\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\"><strong>\u00a0 Mesmo nas finan\u00e7as.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Outra revolu\u00e7\u00e3o capitalista que destr\u00f3i essa vis\u00e3o marxista s\u00e3o as capta\u00e7\u00f5es financeiras coletivas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 V\u00e1rios gadgets m\u00e9dicos que est\u00e3o revolucionando a qualidade de vida da humanidade recebem diariamente milh\u00f5es de d\u00f3lares em doa\u00e7\u00f5es pela internet ao apresentarem uma ideia bem estruturada e pensada, a qual \u00e9 explicada por meio de um v\u00eddeo e de um plano de a\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Por meio de aplicativos como Kickstarter e Indiegogo voc\u00ea pode tanto financiar empresas ao redor do mundo como tamb\u00e9m pode ser financiado, driblando todo o sistema banc\u00e1rio controlado e regulado pelo estado. (J\u00e1 com o Kiva e o Give Well voc\u00ea respectivamente empresta e doa dinheiro aos pobres dos lugares mais pobres do mundo).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio que um grande capitalista dono de f\u00e1bricas invista em uma ideia ou seja ele o pr\u00f3prio dono da ideia: o cidad\u00e3o comum pode conceb\u00ea-la ao mundo e fazer acontecer. Caso seja bem-sucedido, ele ser\u00e1 tamb\u00e9m um grande capitalista. Em realidade, ele j\u00e1 \u00e9. Quem move o mundo s\u00e3o os empreendedores.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 E, mesmo que n\u00e3o fosse verdade que o acesso aos &#8220;meios de produ\u00e7\u00e3o&#8221; tenha sido barateado e facilitado, ainda poder\u00edamos nos perguntar: por que a classe trabalhadora ainda n\u00e3o acumulou riquezas e comprou as f\u00e1bricas? Afinal, muitos sindicatos possuem or\u00e7amentos milion\u00e1rios. E, levando-se em conta as \u00ednfimas taxas de juros contempor\u00e2neas ao redor do mundo, o acesso ao capital financeiro nunca foi t\u00e3o barato. Por que os trabalhadores organizados ainda n\u00e3o se juntaram e tornaram eles pr\u00f3prios os donos dos meios de produ\u00e7\u00e3o?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Sejamos ainda mais diretos: se tudo o que basta para ser um rico opressor \u00e9 ser o &#8220;propriet\u00e1rio dos meios de produ\u00e7\u00e3o&#8221; (afinal, investi-los corretamente e de maneira lucrativa parece ser f\u00e1cil), ent\u00e3o por que os trabalhadores n\u00e3o se juntam em cooperativas e se tornam aut\u00f4nomos? Nada os impede de fazer isso. Se uma enorme quantidade de trabalhadores se juntasse, eles sequer precisariam de financiamento. Poderiam utilizar a pr\u00f3pria poupan\u00e7a. O que os impede?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Esta \u00e9 a diferen\u00e7a entre um empregado e um empreendedor.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Quando Margaret Thatcher foi interrogada no Parlamento \u2014 durante o processo de privatiza\u00e7\u00f5es que promoveu na d\u00e9cada de 1980 \u2014 sobre por que uma empresa estatal foi vendida a um pre\u00e7o considerado baixo pela oposi\u00e7\u00e3o, ela respondeu ao questionador esquerdista: &#8220;Se estava t\u00e3o barata, por que seu sindicato milion\u00e1rio n\u00e3o foi ao leil\u00e3o e a comprou? &#8220;. N\u00e3o houve resposta.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\"><strong>\u00a0 Conclus\u00e3o.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 A mobilidade social ainda est\u00e1 longe do ideal, mas duas verdades n\u00e3o podem ser esquecidas: nunca houve tanta possibilidade de um pobre se tornar n\u00e3o-pobre na hist\u00f3ria da humanidade; e jamais houve um sistema econ\u00f4mico que possibilitasse maior mobilidade social que o capitalismo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Indiv\u00edduos comuns podem, cada vez mais, se tornar propriet\u00e1rios de seus pr\u00f3prios meios de produ\u00e7\u00e3o, n\u00e3o precisando se submeter \u00e0 estrutura formada pelos atuais propriet\u00e1rios do capital. Com isso, adquirem a flexibilidade de explorar v\u00e1rias maneiras de prosperar de acordo com seus pr\u00f3prios meios.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 A hist\u00f3ria \u00e9 clara e n\u00e3o h\u00e1 exce\u00e7\u00f5es: quanto maior a liberdade econ\u00f4mica maior a mobilidade social.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-2 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-double sep-solid\" style=\"border-color:#ffeb3b;border-top-width:1px;border-bottom-width:1px;\"><\/div><\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-4\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-flex-container.fusion-builder-row-1{ padding-top : 0px;margin-top : 0px;padding-right : 0px;padding-bottom : 0px;margin-bottom : 0px;padding-left : 0px;}<\/style><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-15481","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos-cy"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15481","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15481"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15481\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15483,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15481\/revisions\/15483"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15481"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15481"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15481"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}