{"id":15242,"date":"2017-08-25T16:49:38","date_gmt":"2017-08-25T14:49:38","guid":{"rendered":"https:\/\/xoandelugo.org\/?p=15242\/"},"modified":"2017-08-25T16:54:50","modified_gmt":"2017-08-25T14:54:50","slug":"a-estrada-da-liberdade-rodrigo-constantino","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/a-estrada-da-liberdade-rodrigo-constantino\/","title":{"rendered":"A ESTRADA DA LIBERDADE &#8211; Rodrigo Constantino"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;border-width: 0px 0px 0px 0px;border-color:#e2e2e2;border-style:solid;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start\" style=\"max-width:calc( 1200px + 0px );margin-left: calc(-0px \/ 2 );margin-right: calc(-0px \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h1 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #428fc9;\">A ESTRADA DA LIBERDADE<\/span><\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-2\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h4 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #428fc9;\"><em>\u00a0 \u00a0 &#8211; Rodrigo Constantino &#8211; \u00a0<\/em><\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-single sep-solid\" style=\"border-color:#ffe500;border-top-width:1px;\"><\/div><\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-1 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-3\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\"><em>&#8220;Poucas pessoas s\u00e3o motivadas a questionar a legitimidade das institui\u00e7\u00f5es estabelecidas.&#8221;<\/em> (George H. Smith)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Por que as ruas e estradas devem ser administradas pelo governo? Eis uma pergunta que quase ningu\u00e9m faz, pois a maioria toma como certa a necessidade do governo na gest\u00e3o e controle das vias de transporte. Mas ser\u00e1 que deveria ser assim? Foi essa pergunta que o economista Walter Block resolveu fazer no seu livro, <em>The Privatization of Roads &amp; Highways<\/em>, e o t\u00edtulo j\u00e1 deixa evidente a resposta que ele chegou. Para Block, n\u00e3o h\u00e1 necessidade alguma de a gest\u00e3o das ruas ficar nas m\u00e3os ineficientes do governo. Ao contr\u00e1rio, Block est\u00e1 convencido de que a elevada taxa de mortes nas estradas seria drasticamente reduzida caso as ruas e estradas fossem privatizadas, sem falar de custos menores para os usu\u00e1rios. As ruas p\u00fablicas &#8220;gr\u00e1tis&#8221; acabam custando caro demais aos pagadores de impostos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 O argumento b\u00e1sico do livro \u00e9 que o setor privado, pressionado pela necessidade de agradar seus clientes para obter lucro num ambiente competitivo, ter\u00e1 que ser mais eficiente na gest\u00e3o de bens e servi\u00e7os, e as vias de transporte representam apenas mais um servi\u00e7o. De fato, as ruas privadas j\u00e1 existentes causam menos acidentes que as vias p\u00fablicas, e h\u00e1 uma responsabilidade bem mais definida quando se trata da gest\u00e3o privada. Se uma estrada privada apresenta elevada taxa de acidentes por maus cuidados, a empresa respons\u00e1vel ser\u00e1 um alvo vis\u00edvel de graves acusa\u00e7\u00f5es, podendo inclusive falir. Mas quando se trata de uma estrada p\u00fablica, fica bem mais complicado achar o culpado e responsabiliz\u00e1-lo. O que \u00e9 de &#8220;todos&#8221; acaba n\u00e3o sendo de ningu\u00e9m.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Talvez a maior invers\u00e3o j\u00e1 criada no campo das id\u00e9ias econ\u00f4micas \u00e9 a de que o governo se preocupa com o longo prazo, enquanto os empreendedores, no \u00edmpeto de maximizar lucros, focam apenas no curto prazo. \u00c9 justamente o contr\u00e1rio: os pol\u00edticos desejam continuar no poder e, por tanto, focam apenas nas pr\u00f3ximas elei\u00e7\u00f5es, enquanto os capitalistas, para obter o maior valor poss\u00edvel com seus ativos, precisam olhar mais para frente, pois o valor presente de seus bens \u00e9 o somat\u00f3rio do fluxo de caixa que eles ir\u00e3o gerar ao longo do tempo. Transportando esta l\u00f3gica para o caso das estradas, fica mais f\u00e1cil compreender porque os governos usam materiais piores nas constru\u00e7\u00f5es, enquanto o setor privado precisa manter a boa qualidade das ruas para continuar atraindo consumidores. Basta pensar numa empresa a\u00e9rea: se ela apresentar elevado \u00edndice de acidentes, ir\u00e1 rapidamente falir.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Apesar de toda a l\u00f3gica dos argumentos a favor da privatiza\u00e7\u00e3o das ruas e estradas, Block reconhece que o tema est\u00e1 t\u00e3o fora do radar de todos que a maioria vai ignorar seu livro como coisa de lun\u00e1tico. No entanto, ele acredita no poder das id\u00e9ias, e lembra que muitos extrapolam o presente sem se dar conta que mudan\u00e7as radicais de fato acontecem. Poucos diriam nos anos 1980 que a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica iria se desintegrar rapidamente nos anos seguintes. No entanto, aconteceu. H\u00e1 uma tend\u00eancia natural de encarar o status quo como inevit\u00e1vel, principalmente se ele estiver em vig\u00eancia por tempo demais. Talvez algu\u00e9m fosse rotulado de sonhador ou maluco se defendesse o fim da escravid\u00e3o no s\u00e9culo XVIII, j\u00e1 que a humanidade sempre conviveu com esta pr\u00e1tica nefasta. No entanto, a escravid\u00e3o foi abolida em v\u00e1rios pa\u00edses, em boa parte por causa da press\u00e3o das id\u00e9ias liberais iluministas. Mesmo as institui\u00e7\u00f5es mais enraizadas podem mudar. E questionar suas origens, assim como sua efici\u00eancia ou necessidade, \u00e9 fun\u00e7\u00e3o essencial de quem deseja sempre melhorar. N\u00e3o \u00e9 porque algo &#8220;sempre&#8221; foi de um jeito que deve continuar sendo. N\u00e3o \u00e9 porque os homens &#8220;sempre&#8221; usaram magia para &#8220;curar&#8221; doen\u00e7as que devemos seguir tais m\u00e9todos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 E na verdade, nem sempre as ruas, ferrovias e pontes foram estatais. Antes do s\u00e9culo XIX, muitas ruas e pontes na Inglaterra e nos Estados Unidos foram constru\u00eddas por empresas privadas. O empres\u00e1rio James J. Hill, por exemplo, construiu a Great Northern Railroad, uma ferrovia transnacional, sem subs\u00eddio algum do governo. Sua ferrovia era bem mais eficiente que as demais, com subs\u00eddios estatais. Al\u00e9m disso, Hill comprou direitos de passagem, enquanto o governo usava a for\u00e7a para obrigar propriet\u00e1rios a entregar suas terras para a constru\u00e7\u00e3o das ferrovias. A qualidade do material utilizado por Hill era bastante superior a de seus concorrentes. Sabendo que seu sucesso dependia do sucesso de seus clientes, Hill repassava a redu\u00e7\u00e3o de custos para os pre\u00e7os, pressionando para baixo as tarifas de transporte. A ferrovia de Hill foi a \u00fanica transnacional que nunca foi \u00e0 bancarrota. Enquanto isso, seus concorrentes dedicavam mais tempo ao jogo pol\u00edtico do que \u00e0 gest\u00e3o efetiva das ferrovias, pois seus neg\u00f3cios dependiam de subs\u00eddios do governo. Essas ferrovias foram \u00e0 fal\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 O governo tem planejado, constru\u00eddo e administrado a rede de transportes p\u00fablicos por tanto tempo que poucas pessoas conseguem imaginar qualquer alternativa poss\u00edvel. Assim como era impens\u00e1vel ter empresas privadas controlando o setor de telefonia em seus prim\u00f3rdios, atualmente poucos pensam que h\u00e1 um meio melhor de se gerir estradas. Entretanto, como Block demonstra ao longo de seu livro, essa alternativa existe, e seria bem mais eficiente na gest\u00e3o das ruas e estradas. A quantidade de acidentes fatais certamente seria reduzida. Block responsabiliza o governo por tantas mortes, que ultrapassam 40.000 por ano nos Estados Unidos h\u00e1 d\u00e9cadas. Como o autor diz, \u00e9 uma fal\u00e1cia l\u00f3gica culpar as condi\u00e7\u00f5es inseguras pelos acidentes e ignorar o administrador que deveria ser respons\u00e1vel por tais condi\u00e7\u00f5es. Se as avenidas s\u00e3o inseguras, isso \u00e9 responsabilidade do governo, que \u00e9 quem cuida delas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Ao defender o livre mercado para ruas e estradas, Block argumenta que n\u00e3o h\u00e1 nada de t\u00e3o especial assim nesse setor, que nada mais \u00e9 do que um meio de transporte. Os mesmos princ\u00edpios econ\u00f4micos aceitos para outras arenas da experi\u00eancia humana se aplicam a este setor tamb\u00e9m. Em primeiro lugar, deve-se reconhecer que uma rua \u00e9 um recurso escasso. De fato, a maior dificuldade ao tratar do tema \u00e9 o fator psicol\u00f3gico, e n\u00e3o os aspectos t\u00e9cnicos. A id\u00e9ia de que as ruas podem ser consideradas &#8220;peda\u00e7os de propriedade privada&#8221; parece absurda para muita gente, acostumada a pensar nelas como bens livremente dispon\u00edveis para qualquer um. Mas ruas n\u00e3o caem do c\u00e9u. Elas necessitam de recursos escassos, que custam caro. Algu\u00e9m deve pagar por elas. A quest\u00e3o aqui \u00e9 se sai mais barato delegar ao governo essa tarefa ou n\u00e3o. Como Block argumenta, a gest\u00e3o estatal \u00e9 sempre mais ineficiente, pois faltam os mecanismos adequados de incentivo, existentes apenas no livre mercado. Al\u00e9m disso, Block levanta o aspecto moral das ruas serem privadas, pois nada mais justo do que quem usa pagar pelo transporte, em vez de obrigar todos a pagar, independente do uso.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 V\u00e1rias quest\u00f5es espec\u00edficas do setor de transporte surgem quando se pensa na total privatiza\u00e7\u00e3o, defendida por Block. No decorrer do livro, com mais de 400 p\u00e1ginas, o autor tenta responder todas as cr\u00edticas e d\u00favidas que este modelo levanta. Por exemplo, muitos argumentam que um propriet\u00e1rio poderia ficar isolado em sua casa se algu\u00e9m comprasse a \u00fanica rua de acesso a ela e resolvesse vetar sua passagem. Block responde que ningu\u00e9m compraria um peda\u00e7o de terra sem antes se assegurar que tem o direito contratual de entrar e sair dela de acordo com sua vontade. No fundo, isso j\u00e1 ocorre em alguns casos no mercado, quando algu\u00e9m aluga ou compra apenas uma sala de um andar, por exemplo. O dono da sala n\u00e3o \u00e9 dono do pr\u00e9dio, mas isso n\u00e3o quer dizer que ele pode ser barrado de repente, do nada, pelo propriet\u00e1rio do pr\u00e9dio. O contrato garante que uma situa\u00e7\u00e3o absurda dessas nunca ocorra.<a style=\"color: #808080;\" href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\">[i]<\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Muitos outros pontos s\u00e3o abordados por Block, mas ele mesmo reconhece que in\u00fameras solu\u00e7\u00f5es de mercado, ainda desconhecidas, iriam surgir. Essa \u00e9 justamente a grande maravilha do livre mercado: na intera\u00e7\u00e3o de milh\u00f5es de consumidores e empres\u00e1rios, num processo din\u00e2mico de tentativa e erro, solu\u00e7\u00f5es antes ignoradas v\u00e3o aparecendo. O conhecimento dispon\u00edvel hoje n\u00e3o \u00e9 suficiente para antecipar todas as possibilidades que se apresentar\u00e3o. Por isso mesmo o planejamento central \u00e9 sempre um fracasso: al\u00e9m de faltarem os mecanismos adequados de incentivo, como puni\u00e7\u00e3o pelo erro e premia\u00e7\u00e3o pelo acerto (preju\u00edzo e lucro), os burocratas s\u00e3o obrigados a contar apenas com o seu conhecimento presente, bastante limitado. J\u00e1 no livre mercado, todo o conhecimento disperso entre os indiv\u00edduos poder\u00e1 ser utilizado para criar solu\u00e7\u00f5es hoje desconhecidas. Portanto, Block \u00e9 humilde o suficiente para saber que n\u00e3o tem todas as respostas, apesar de oferecer v\u00e1rias delas atrav\u00e9s de sugest\u00f5es interessantes. Ele sabe que o pr\u00f3prio mercado ser\u00e1 a melhor fonte das respostas demandadas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Em resumo, a id\u00e9ia de privatizar as ruas e estradas pode gerar rea\u00e7\u00f5es imediatas negativas, em parte explicadas por quest\u00f5es emocionais. Mas, uma vez submetida a uma reflex\u00e3o mais profunda, n\u00e3o h\u00e1 motivo para encarar este servi\u00e7o de forma t\u00e3o diferente dos demais. Os consumidores demandam transporte. Nada garante que o governo \u00e9 o melhor meio de oferecer tais servi\u00e7os. Pelo contr\u00e1rio, tanto a l\u00f3gica econ\u00f4mica quanto a experi\u00eancia mostram que o governo n\u00e3o \u00e9 uma boa op\u00e7\u00e3o nesse caso. \u00c9 ineg\u00e1vel que o modelo atual fracassou. As mortes por acidentes s\u00e3o absurdamente altas, o tr\u00e2nsito \u00e9 ca\u00f3tico, muitas ruas e estradas parecem queijos su\u00ed\u00e7os de tantos buracos, e o custo do atual modelo \u00e9 extremamente alto, atrav\u00e9s dos impostos pagos. Como coloca Block, um trabalho pior do que o realizado atualmente pelo governo \u00e9 dif\u00edcil de imaginar. A estrada p\u00fablica tem representado a estrada da morte e da escravid\u00e3o. Por outro lado, a estrada privada seria a estrada da vida e da liberdade.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-2 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-double sep-solid\" style=\"border-color:#ffeb3b;border-top-width:1px;border-bottom-width:1px;\"><\/div><\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-4\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #999999;\"><a style=\"color: #999999;\" href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\">[i]<\/a> Rothbard explica: &#8220;A resposta \u00e9 que cada pessoa, ao comprar im\u00f3veis ou servi\u00e7os de rua em uma sociedade libert\u00e1ria, iria se certificar de que a compra ou o contrato de arrendamento lhe garantisse acesso pleno por qualquer que seja o per\u00edodo de anos especificado. Com esse tipo de &#8220;servid\u00e3o&#8221;[1] garantido a priori por contrato, nenhum tipo de bloqueio repentino seria permitido, j\u00e1 que ele seria uma invas\u00e3o do direito de propriedade do dono do im\u00f3vel.&#8221;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-double sep-solid\" style=\"border-color:#ffeb3b;border-top-width:1px;border-bottom-width:1px;\"><\/div><\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-5\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><pre><span style=\"color: #999999;\"><em>* Artigo cedido polo Instituto Mises Brasil (versi\u00f3n portugu\u00e9s)<\/em><\/span><\/pre>\n<\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-flex-container.fusion-builder-row-1{ padding-top : 0px;margin-top : 0px;padding-right : 0px;padding-bottom : 0px;margin-bottom : 0px;padding-left : 0px;}<\/style><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-15242","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos-cy"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15242","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15242"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15242\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15244,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15242\/revisions\/15244"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15242"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15242"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15242"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}