{"id":15216,"date":"2017-08-21T20:53:13","date_gmt":"2017-08-21T18:53:13","guid":{"rendered":"https:\/\/xoandelugo.org\/?p=15216\/"},"modified":"2017-08-21T21:02:12","modified_gmt":"2017-08-21T19:02:12","slug":"o-mundo-sem-ninguem-o-sonho-dos-ambientalistas-fernando-chiocca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/o-mundo-sem-ninguem-o-sonho-dos-ambientalistas-fernando-chiocca\/","title":{"rendered":"O MUNDO SEM NINGU\u00c9M: O SONHO DOS AMBIENTALISTAS &#8211; Fernando Chiocca"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;border-width: 0px 0px 0px 0px;border-color:#e2e2e2;border-style:solid;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start\" style=\"max-width:calc( 1200px + 0px );margin-left: calc(-0px \/ 2 );margin-right: calc(-0px \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h1 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #428fc9;\">O MUNDO SEM NINGU\u00c9M: O SONHO DOS AMBIENTALISTAS<\/span><\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-2\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h4 style=\"text-align: right;\"><em><span style=\"color: #428fc9;\">\u00a0 \u00a0 &#8211; Fernando Chiocca &#8211; \u00a0\u00a0<\/span><\/em><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-single sep-solid\" style=\"border-color:#ffe500;border-top-width:1px;\"><\/div><\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-1 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-3\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Os ambientalistas est\u00e3o sempre pregando a preserva\u00e7\u00e3o do ambiente. O objetivo deles parece ser evitar que a a\u00e7\u00e3o humana altere a fauna e a flora. No entanto, a pr\u00f3pria sobreviv\u00eancia do homem depende de sua intera\u00e7\u00e3o com o ambiente, transformando-o para satisfazer suas necessidades e retirando dele o que \u00e9 preciso para sobreviver (e viver). Visto que \u00e9 inevit\u00e1vel que o ser humano altere o meio em que vive, os ambientalistas parecem querer que o atual estado do ambiente seja preservado, e que n\u00e3o ocorra nenhuma altera\u00e7\u00e3o adicional na quantidade atual de plantas e animais \u2014 mesmo que isso implique uma diminui\u00e7\u00e3o da quantidade e qualidade de vida dos seres humanos, deixando claro que esta ideologia valoriza mais insetos, sapos, micos e mato do que o homem. Uma pergunta que surge \u00e9 por que o atual estado deve ser preservado? O que h\u00e1 de t\u00e3o bom nele? Por que, por exemplo, o imenso deserto verde amaz\u00f4nico deve ter seu tamanho colossal mantido? Murray Rothbard, ao analisar as conseq\u00fc\u00eancias econ\u00f4micas das leis de preserva\u00e7\u00e3o faz exatamente essas perguntas:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">Quantos e quantos escritores reclamam da brutal devasta\u00e7\u00e3o que o capitalismo imp\u00f5e as florestas americanas! Por\u00e9m, \u00e9 evidente que a terra na Am\u00e9rica tem sido usada para produ\u00e7\u00f5es que s\u00e3o mais valorizadas do que a produ\u00e7\u00e3o de madeira, e, consequentemente, a terra foi destinada aos fins que melhor satisfaziam os desejos dos consumidores.<a style=\"color: #808080;\" href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\">[i]<\/a> Em que crit\u00e9rio al\u00e9m deste os cr\u00edticos podem se basear? Se eles acham que muita floresta foi cortada, como eles podem estabelecer um crit\u00e9rio quantitativo para determinar quanto \u00e9 &#8220;muito&#8221;? Na verdade, \u00e9 imposs\u00edvel estabelecer um crit\u00e9rio destes, do mesmo modo que \u00e9 imposs\u00edvel estabelecer qualquer crit\u00e9rio para a a\u00e7\u00e3o do mercado fora do mercado. Toda tentativa de fazer isso vai ser arbitr\u00e1ria e n\u00e3o ser\u00e1 baseada em nenhum princ\u00edpio racional.<a style=\"color: #808080;\" href=\"#_edn2\" name=\"_ednref2\">[ii]<\/a><\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Ent\u00e3o, se n\u00e3o existe este crit\u00e9rio, poder\u00edamos levar as reivindica\u00e7\u00f5es dos ambientalistas as suas \u00faltimas consequ\u00eancias l\u00f3gicas. O History Channel exibe uma s\u00e9rie de document\u00e1rios que mostra o que aconteceria com o planeta Terra se todas as pessoas desaparecessem de uma hora para outra. Nos primeiros seis meses, os animais selvagens j\u00e1 estariam novamente vivendo nas cidades. Com um ano, o mato estaria tomando conta da \u00e1rea urbana, e com cinco anos as ruas e estradas teriam desaparecido embaixo deste mato. Passados 25 anos sem ningu\u00e9m, as estruturas de concreto e a\u00e7o come\u00e7am a ruir sem o trabalho humano de conserva\u00e7\u00e3o, e ap\u00f3s 200 anos somente as mais resistentes estruturas de concreto refor\u00e7ado ainda estar\u00e3o de p\u00e9. Mas transcorridos 500 anos, mesmo estas sucumbir\u00e3o, e ap\u00f3s mil anos quase todas as evidencias da civiliza\u00e7\u00e3o ter\u00e3o desaparecido e as cidades ser\u00e3o novamente grandes florestas. Seria este o mundo ideal que os ambientalistas querem impor \u00e0 humanidade? Se n\u00e3o, por que n\u00e3o? Em que ponto eles pretendem parar de advogar agress\u00f5es contra a propriedade alheia em nome de uma preserva\u00e7\u00e3o?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 H\u00e1 aqueles que alegam que as leis de preserva\u00e7\u00e3o s\u00e3o essenciais para manter a vida humana; que caso os humanos n\u00e3o tivessem suas liberdades de a\u00e7\u00e3o cerceadas por um ente superior e altru\u00edsta, eles acabariam com os recursos naturais e deixariam o ambiente do planeta hostil \u00e0 vida. Estes ambientalistas falham em reconhecer que um sistema de inviolabilidade dos direitos de propriedade, que se oriente pelos pre\u00e7os do livre mercado para alocar os recursos, \u00e9 a melhor maneira de garantir um ambiente sustent\u00e1vel e o maior bem estar para as pessoas. E sobre a alega\u00e7\u00e3o da necessidade de se preservar recursos n\u00e3o-renov\u00e1veis, Rothbard faz a seguinte an\u00e1lise:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">H\u00e1 de se presumir que os recursos n\u00e3o-renov\u00e1veis dever\u00e3o ser usados em algum momento, e deve ser encontrado um ponto de equil\u00edbrio entre a produ\u00e7\u00e3o presente e a futura. Por que as vontades da presente gera\u00e7\u00e3o possuem t\u00e3o pouco peso nessa decis\u00e3o? Por que a gera\u00e7\u00e3o futura possui um valor t\u00e3o maior, capaz de impor \u00e0 atual um fardo muito mais pesado? O que a futura gera\u00e7\u00e3o tem para merecer este tratamento privilegiado? Na verdade, uma vez que as futuras gera\u00e7\u00f5es tendem a ser mais ricas do que a presente, seria melhor aplicar o inverso! [\u2026] Al\u00e9m do mais, transcorridos alguns anos, o futuro ter\u00e1 se tornado o presente; ent\u00e3o as gera\u00e7\u00f5es futuras tamb\u00e9m devem ter suas produ\u00e7\u00f5es e consumos restritos em nome de outro &#8220;futuro&#8221; fantasmag\u00f3rico? Jamais devemos esquecer que o objetivo de toda atividade produtiva s\u00e3o bens e servi\u00e7os que ir\u00e3o e poder\u00e3o ser consumidos apenas em algum presente. N\u00e3o existe nenhuma justifica\u00e7\u00e3o racional para penalizar o consumo em um presente e privilegiar um presente futuro; e seria ainda mais imposs\u00edvel justificar a restri\u00e7\u00e3o de todos os presentes em favor de algum &#8220;futuro&#8221; ilus\u00f3rio que pode nunca chegar e est\u00e1 sempre al\u00e9m do horizonte. No entanto, este \u00e9 o objetivo das leis de conserva\u00e7\u00e3o. As leis de conserva\u00e7\u00e3o s\u00e3o na verdade legisla\u00e7\u00f5es fantasiosas da Terra do Nunca.<a style=\"color: #808080;\" href=\"#_edn3\" name=\"_ednref3\">[iii]<\/a> <a style=\"color: #808080;\" href=\"#_edn4\" name=\"_ednref4\">[iv]<\/a><\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 E a aus\u00eancia do uso ou amea\u00e7a do uso de viol\u00eancia f\u00edsica para preservar o ambiente tamb\u00e9m n\u00e3o significa que ocorreria um cen\u00e1rio inverso ao mundo sem ningu\u00e9m \u2014 um mundo superlotado e completamente alterado pela a\u00e7\u00e3o humana, algo como o planeta Coruscant, a capital da gal\u00e1xia na saga Guerra nas Estrelas, que possui a totalidade de sua superf\u00edcie ocupada por uma cidade. Em um livre mercado, a simples satisfa\u00e7\u00e3o que as pessoas obt\u00eam ao apreciar uma paisagem natural seria o suficiente para que diversas \u00e1reas fossem mantidas intactas pelos seus propriet\u00e1rios. Mas se um mundo como Coruscant fosse o resultado da aus\u00eancia de agress\u00e3o, seria, obviamente, muito bem vindo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Sendo assim, quem ganha com estas legisla\u00e7\u00f5es de preserva\u00e7\u00e3o? Al\u00e9m dos burocratas parasitas que t\u00eam seus empregos garantidos por estas pol\u00edticas e dos inimigos do capitalismo que se regozijam ao ver liberdades cerceadas e o bem estar dos outros diminu\u00eddo, existem outros benefici\u00e1rios, como os propriet\u00e1rios de terras. Recorro mais uma vez \u00e0 explana\u00e7\u00e3o de Rothbard:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">Portanto, elas [as leis de preserva\u00e7\u00e3o] imp\u00f5em \u00e0 economia um padr\u00e3o de investimento ineficiente e distorcido. Dada a natureza e as consequ\u00eancias das leis de preserva\u00e7\u00e3o, por que algu\u00e9m iria defender esta legisla\u00e7\u00e3o? Devemos observar que as leis de preserva\u00e7\u00e3o possuem um aspecto extremamente &#8220;pr\u00e1tico&#8221;. Elas restringem a produ\u00e7\u00e3o \u2014 i.e., o uso de um recurso \u2014 por meio da for\u00e7a e assim criam um privil\u00e9gio monopol\u00edstico, o que proporciona um pre\u00e7o restricionista aos propriet\u00e1rios deste recurso ou de seus substitutos [\u2026] [elas] cartelizam a terra e certamente restringem a produ\u00e7\u00e3o, ajudando assim a assegurar ganhos monopol\u00edsticos permanentes (e progressivos) para os propriet\u00e1rios.<a style=\"color: #808080;\" href=\"#_edn5\" name=\"_ednref5\">[v]<\/a><\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Deste modo, quando, por exemplo, o IBAMA restringe ou pro\u00edbe completamente o corte de \u00e1rvores na regi\u00e3o norte do Brasil, ele garante como consequ\u00eancia um ganho monopol\u00edstico para os produtores de madeira da regi\u00e3o sul, tornando seus produtos artificialmente mais escassos e, portanto, mais caros, diminuindo assim a utilidade social. Tudo isso exposto, resta ao movimento ambientalista solucionar a contradi\u00e7\u00e3o de seus objetivos com os dos alarmistas do aquecimento global, que alegam que as emiss\u00f5es de CO2 s\u00e3o respons\u00e1veis pela eleva\u00e7\u00e3o de temperatura do planeta, pois um mundo sem nenhum ser humano fatalmente teria mais animais \u2014 e, como mencionado aqui, um pequeno c\u00e3ozinho \u00e9 respons\u00e1vel pela emiss\u00e3o de mais CO2 do que um autom\u00f3vel. Qual dos dois objetivos eles ir\u00e3o escolher: a terra sem pessoas ou a terra com um &#8220;clima est\u00e1vel&#8221;?<\/span><\/p>\n<p><a href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-2 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-double sep-solid\" style=\"border-color:#ffeb3b;border-top-width:1px;border-bottom-width:1px;\"><\/div><\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-4\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #999999;\"><a style=\"color: #999999;\" href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\">[i]<\/a> Um conservacionista t\u00edpico foi J.D. Brown que, em 1832, preocupado com o consumo de madeira, queixou-se: &#8220;Onde iremos encontrar suprimentos de madeira daqui a 50 anos para garantir a continuidade de nossa marinha?&#8221;. Citado em Scott, <em>National Resources<\/em>, p\u00e1g. 37. Scott tamb\u00e9m menciona que parece que os cr\u00edticos nunca percebem que a madeira de uma na\u00e7\u00e3o pode ser comprada do exterior. Scott, &#8220;Conservation Policy.&#8221;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #999999;\"><a style=\"color: #999999;\" href=\"#_ednref2\" name=\"_edn2\">[ii]<\/a> Murray N. Rothbard, <em>Man, Economy, and State with Power and Market<\/em>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #999999;\"><a style=\"color: #999999;\" href=\"#_ednref3\" name=\"_edn3\">[iii]<\/a> Como pertinentemente pergunta Scott: Por que devemos concordar &#8220;em preservar os recursos da maneira que eles seriam na aus\u00eancia de usu\u00e1rios humanos?&#8221; Scott, &#8220;Conservation Policy,&#8221; p\u00e1g. 513. E al\u00e9m disso: &#8220;A maior parte [de nosso] progresso tem ocorrido ao se converter os recursos naturais em formas mais desej\u00e1veis de bens. Se o homem tivesse valorizado os recursos naturais acima de seus pr\u00f3prios produtos, com certeza ele teria permanecido selvagem, praticando a preserva\u00e7\u00e3o.&#8221; Scott, <em>Natural Resources<\/em>, p\u00e1g. 11. Se a l\u00f3gica dos impostos \u00e9 destruir o mercado, ent\u00e3o a l\u00f3gica das leis de preserva\u00e7\u00e3o \u00e9 destruir toda a produ\u00e7\u00e3o e o consumo humano.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #999999;\"><a style=\"color: #999999;\" href=\"#_ednref4\" name=\"_edn4\">[iv]<\/a> Murray N. Rothbard, <em>Man, Economy, and State with Power and Market<\/em>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #999999;\"><a style=\"color: #999999;\" href=\"#_ednref5\" name=\"_edn5\">[v]<\/a> Murray N. Rothbard, <em>Man, Economy, and State with Power and Market<\/em>.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-flex-container.fusion-builder-row-1{ padding-top : 0px;margin-top : 0px;padding-right : 0px;padding-bottom : 0px;margin-bottom : 0px;padding-left : 0px;}<\/style><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-15216","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos-cy"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15216","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15216"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15216\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15218,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15216\/revisions\/15218"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15216"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15216"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15216"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}