{"id":15104,"date":"2017-08-09T20:25:20","date_gmt":"2017-08-09T18:25:20","guid":{"rendered":"https:\/\/xoandelugo.org\/?p=15104\/"},"modified":"2017-08-09T20:31:03","modified_gmt":"2017-08-09T18:31:03","slug":"la-falacia-do-polilogismo-rodrigo-constantino","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/la-falacia-do-polilogismo-rodrigo-constantino\/","title":{"rendered":"A FALACIA DO POLILOGISMO &#8211; Rodrigo Constantino"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;border-width: 0px 0px 0px 0px;border-color:#e2e2e2;border-style:solid;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start\" style=\"max-width:calc( 1200px + 0px );margin-left: calc(-0px \/ 2 );margin-right: calc(-0px \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h1 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #428fc9;\">A FAL\u00c1CIA DO POLILOGISMO<\/span><\/h1>\n<\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-2\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><h4 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #428fc9;\"><em>\u00a0 \u00a0 &#8211;\u00a0Rodrigo Constantino\u00a0&#8211; \u00a0\u00a0<\/em><\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-single sep-solid\" style=\"border-color:#ffe500;border-top-width:1px;\"><\/div><\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-0{width:100% !important;}.fusion-builder-column-0 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-1 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-text fusion-text-3\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\"><em>\u201cA humanidade precisa, antes de tudo, se libertar da submiss\u00e3o a slogans absurdos e voltar a confiar na sensatez da raz\u00e3o.&#8221;<\/em> (Mises)<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 \u00a0<\/span><span style=\"color: #808080;\">Em 1944, o economista Ludwig von Mises escreveu Omnipotent Government, onde explica o crescimento da idolatria ao Estado que levou ao nazismo na Alemanha, fomentando um ambiente de guerras ininterruptas. Em uma parte do livro, Mises explica uma das coisas que os nazistas pegaram emprestado do marxismo: o polilogismo. At\u00e9 a metade do s\u00e9culo XIX, ningu\u00e9m contestava o fato de que a estrutura l\u00f3gica da mente \u00e9 comum a todos os seres humanos. &#8220;Todas as inter-rela\u00e7\u00f5es humanas s\u00e3o baseadas na premissa de uma estrutura l\u00f3gica uniforme&#8221;, diz Mises. Podemos nos comunicar justamente porque apelamos a algo comum a todos, a estrutura l\u00f3gica da raz\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Claro que alguns homens podem pensar de forma mais profunda e refinada que outros, assim como algumas pessoas n\u00e3o conseguem compreender um processo de infer\u00eancia em longas cadeias de pensamento dedutivo. Mas isso n\u00e3o nega a estrutura l\u00f3gica uniforme. Mises cita como exemplo algu\u00e9m que pode contar apenas at\u00e9 tr\u00eas, lembrando que mesmo assim sua contagem, at\u00e9 seu limite, n\u00e3o difere daquela feita por Gauss ou Laplace. \u00c9 justamente porque todos consideram este fato inquestion\u00e1vel que os homens entram em discuss\u00f5es, trocam id\u00e9ias ou escrevem livros. Seria simplesmente imposs\u00edvel uma coopera\u00e7\u00e3o intelectual entre os indiv\u00edduos sem isso. Os homens tentam provar ou refutar argumentos porque compreendem que as pessoas utilizam a mesma estrutura l\u00f3gica. Qualquer povo existente reconhece a diferen\u00e7a entre afirma\u00e7\u00e3o e nega\u00e7\u00e3o, pode entender que A n\u00e3o pode ser, ao mesmo tempo, o contr\u00e1rio de A.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 No entanto, apesar desse fato ser bastante evidente, ele foi contestado por Marx e pelos marxistas, entre eles o &#8220;fil\u00f3sofo prolet\u00e1rio&#8221; Dietzgen. Para eles, o pensamento \u00e9 determinado pela classe social da pessoa, e o pensamento n\u00e3o produz verdades, mas ideologias. Para os marxistas, os pensamentos n\u00e3o passam de um disfarce para os interesses ego\u00edstas da classe social a qual esse pensador pertence. Nesse contexto, seria in\u00fatil discutir qualquer coisa com pessoas de outra classe social. O que se segue disso \u00e9 que as &#8220;ideologias n\u00e3o precisam ser refutadas por meio do racioc\u00ednio discursivo; elas devem ser desmascaradas atrav\u00e9s da den\u00fancia da posi\u00e7\u00e3o da classe, a origem social de seus autores&#8221;. Se uma teoria cient\u00edfica \u00e9 revelada por um burgu\u00eas, o marxista n\u00e3o precisa atacar seus m\u00e9ritos. Basta ele denunciar a origem burguesa do cientista.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 O motivo pelo qual os marxistas buscaram ref\u00fagio no polilogismo pode ser encontrado na incapacidade de refuta\u00e7\u00e3o por m\u00e9todos l\u00f3gicos das teorias econ\u00f4micas &#8220;burguesas&#8221;. Quando o pr\u00f3prio Mises demonstrou que o socialismo seria impratic\u00e1vel pela impossibilidade de c\u00e1lculo econ\u00f4mico racional, os marxistas n\u00e3o apontaram qualquer erro em sua an\u00e1lise l\u00f3gica. Preferiram apelar para o estratagema do polilogismo, fugindo do debate com a desculpa de que sua teoria era uma defesa dos interesses de classe. O sucesso dessa t\u00e1tica marxista foi incr\u00edvel, sem precedentes. Foi usado como &#8220;prova&#8221; contra qualquer cr\u00edtica racional feita ao marxismo e sua pseudo-economia. Isso permitiu um crescimento assustador do estatismo moderno.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Conforme Mises lembra, &#8220;o polilogismo \u00e9 t\u00e3o intrinsecamente sem sentido que ele n\u00e3o pode ser levado consistentemente \u00e0 suas \u00faltimas conseq\u00fc\u00eancias l\u00f3gicas&#8221;. Nenhum marxista foi corajoso o suficiente para tentar fazer isso. Afinal, o princ\u00edpio do polilogismo levaria \u00e0 infer\u00eancia de que os ensinamentos marxistas n\u00e3o s\u00e3o objetivamente verdadeiros, mas apenas afirma\u00e7\u00f5es &#8220;ideol\u00f3gicas&#8221;. Os marxistas negam essa conclus\u00e3o l\u00f3gica de sua pr\u00f3pria postura epistemol\u00f3gica. Para eles, sua doutrina \u00e9 a verdade absoluta. S\u00e3o completamente inconsistentes. O pr\u00f3prio Marx n\u00e3o era da classe dos prolet\u00e1rios. Mas para os marxistas, alguns intelectuais conseguem se colocar acima desse paradoxo. Os marxistas, claro. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel refutar isso, pois se algu\u00e9m discorda, apenas prova que n\u00e3o faz parte dessa elite especial, capaz de superar os interesses de classe e enxergar al\u00e9m.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Os nacionalistas alem\u00e3es tiveram que enfrentar o mesmo tipo de problema dos marxistas. Eles n\u00e3o eram capazes de demonstrar suas declara\u00e7\u00f5es ou refutar as teorias econ\u00f4micas contr\u00e1rias. &#8220;Logo&#8221;, explica Mises, &#8220;eles buscaram abrigo sob o telhado do polilogismo, preparado para eles pelos marxistas&#8221;. Algumas mudan\u00e7as foram necess\u00e1rias para a adapta\u00e7\u00e3o, mas a ess\u00eancia \u00e9 a mesma. Basta trocar classe por na\u00e7\u00e3o ou ra\u00e7a, e pronto. Cada na\u00e7\u00e3o ou ra\u00e7a possui uma estrutura l\u00f3gica pr\u00f3pria e, portanto, sua pr\u00f3pria economia, matem\u00e1tica ou f\u00edsica. Pela \u00f3tica marxista, pensadores como Ricardo, Freud, Bergson e Einstein estavam errados porque eram burgueses; pela \u00f3tica nazista, eles estavam errados porque eram judeus. O coletivismo, seja de classe ou ra\u00e7a, anula o indiv\u00edduo e sua l\u00f3gica universal.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Tanto o polilogismo marxista como o nacional-socialista se limitaram \u00e0 afirma\u00e7\u00e3o de que a estrutura l\u00f3gica da mente \u00e9 diferente para as v\u00e1rias classes ou ra\u00e7as. Nenhum deles tentou elaborar melhor isso, tampouco demonstrar como exatamente ocorria tal diferen\u00e7a. Nunca entraram nos detalhes, preferindo, ao contr\u00e1rio, concentrar o foco na conclus\u00e3o. No fundo, o polilogismo tem todas as caracter\u00edsticas de um dogma. Se h\u00e1 diverg\u00eancia de opini\u00e3o dentro da pr\u00f3pria classe ou ra\u00e7a, ele adota um mecanismo peculiar para resolver a quest\u00e3o: os oponentes s\u00e3o simplesmente tratados como traidores. Para os marxistas e nazistas, existem apenas dois grupos de advers\u00e1rios: aqueles errados porque n\u00e3o pertencem \u00e0 mesma classe ou ra\u00e7a, e aqueles oponentes da mesma classe ou ra\u00e7a que s\u00e3o traidores. Com isso, eles ignoram o inc\u00f4modo fato de que h\u00e1 dissens\u00e3o entre os membros da sua pr\u00f3pria classe ou ra\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #808080;\">\u00a0 Deixo os coment\u00e1rios finais com o pr\u00f3prio Mises: &#8220;O polilogismo n\u00e3o \u00e9 uma filosofia ou uma teoria epistemol\u00f3gica. Ele \u00e9 uma atitude de fan\u00e1ticos limitados, que n\u00e3o conseguem imaginar que algu\u00e9m pode ser mais razo\u00e1vel ou inteligente que eles mesmos. O polilogismo tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 cient\u00edfico. Ele \u00e9 a substitui\u00e7\u00e3o da raz\u00e3o e da ci\u00eancia por supersti\u00e7\u00f5es. Ele \u00e9 a mentalidade caracter\u00edstica de uma era do caos&#8221;.<\/span><\/p>\n<\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-1{width:100% !important;}.fusion-builder-column-1 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-2 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\" style=\"background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;\"><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;width:100%;\"><div class=\"fusion-separator-border sep-double sep-solid\" style=\"border-color:#ffeb3b;border-top-width:1px;border-bottom-width:1px;\"><\/div><\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-4\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-5\" style=\"transform:translate3d(0,0,0);\"><pre><span style=\"color: #999999;\">*Artigo cedido polo Instituto Mises Brasil<\/span><\/pre>\n<\/div><\/div><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;margin-top : 0px;margin-bottom : 20px;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {padding-top : 0px !important;padding-right : 0px !important;margin-right : 0px;padding-bottom : 0px !important;padding-left : 0px !important;margin-left : 0px;}@media only screen and (max-width:1024px) {.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}@media only screen and (max-width:640px) {.fusion-body .fusion-builder-column-2{width:100% !important;}.fusion-builder-column-2 > .fusion-column-wrapper {margin-right : 0px;margin-left : 0px;}}<\/style><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-body .fusion-flex-container.fusion-builder-row-1{ padding-top : 0px;margin-top : 0px;padding-right : 0px;padding-bottom : 0px;margin-bottom : 0px;padding-left : 0px;}<\/style><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-15104","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos-cy"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15104","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15104"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15104\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15111,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15104\/revisions\/15111"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15104"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15104"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xoandelugo.org\/cy\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15104"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}